domingo, 5 de fevereiro de 2017

1995- o bicampeonato e último título do Ferroviário Atlético Clube


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Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
Hoje vamos contar a trajetória do último título do Ferrão em 1995.
      

            Com o artilheiro da competição com, 26 gols de Robério, o Tubarão da Barra chegaria ao seu nono título e o segundo consecutivo do Campeonato Cearense, na edição de 81° da história, com 12 equipes em disputa pela conquista. Depois de perder o primeiro turno para o Icasa, a equipe comandada, pelo treinador Ramon Ramos, que também fora jogador do próprio Ferroviário em 1984, quando marcou 18 gols, em 27 partidas, a equipe da Barra venceu o segundo turno, 2 x 0 em cima do Itapipoca e 1 x 0 sobre o Fortaleza.
            Com 105 pontos, com 95 gols a favor e somente 35 gols contra, com 32 jogadores que vestiram a camisa do Tubarão em 1995. Final contra o Icasa foi no dia 10 dezembro de 1995, para um público de 7622 pagantes. Paulo Adriano, capitão da equipe campeã desse ano e que levantou o troféu, jogou 293 partidas com a camisa coral e marcou 7 gols, em dez temporadas. O volante depois da carreira virou comerciante de coco, num estabelecimento comercial na Rua Padre Mororó, ao lado do DNOCS.
            Na partida que terminou 0 x 0 e deu o bicampeonato ao Ferroviário, as duas equipes formaram com, a equipe coral jogou com Jorge Luiz, Biriba (Nasa), Santos, Batista e João Marcelo, Ricardo Lima, Paulo Adriano, Acássio e Hilton (Esquerdinha), Robério (Piti) e Reginaldo.
            O verdão do Cariri se apresentou com Banana, Silvio Cézar, Arimatéia, João Neto e Zim, Bonato, Rômulo, Marco Antônio e Cristovão (Vivi), Aloísio e Silas (Niltinho) técnico: Sebastião Silva.
           
                        O Ferroviário dois anos antes tinha sofrido uma goleada de 9 x 1 para o Ceará, no dia seguinte Clóvis Dias assumiu a presidência do clube e fez uma reformulação geral. Clóvis tinha sucedido Edilson Sampaio e ficou na direção coral de 1993 a 1997.  Após sua saída de acordo com o historiador, Airton de Farias, a equipe entrou em derrocada: “O Clóvis ficou muito em evidencia após a conquista do bicampeonato. Ele formava times bons e baratos e se tornou muito influente. Isso gerou ciumeira nos outros cartolas da equipe, que não concordavam com o estilo da gestão dele”.

Narração e edição: Carlinhos Alves, abraço Jota Lacerda, falange coral e nação do Ferroviário espalhada pelo Brasil e pelo mundo.
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