sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Música cada um com seu estilo

Desde criança ouço todo tipo de música. Principalmente as músicas que fazem sucesso naquele momento. Mas no começo nem sabia direito qual estilo seguir. Minha tia Christiane Luci gostava de Djavan, Marisa Monte, Caetano Veloso e tudo que representava um gosto intelectual de estudante universitário. E eu como morador da casa dos meus avôs na infância e parte da adolescência ouvia o que eles curtiam.
Minha falecida avó Raimunda gostava de Dalva de Oliveira, chorinho na rádio Universitária de Fortaleza aos domingos. Meu pai era fã do Roberto Carlos e tudo aquilo que flertasse com o romantismo que ele não teve durante suas tentativas amorosas.
 Eu ia seguindo o ritmo do momento, como Axé com Chiclete com Banana, Asa de Águia, Netinho, Luis Caldas, entre outros. O forró do Mastruz com Leite, o rock/pop dos Mamonas Assassinas.
Depois de sair da casa dos parentes e ir morar sozinho comecei a procurar minha própria identidade, que passou por músicas católicas, gospel, até Raul Seixas, que embalou meus sábados à noite em barzinhos da cidade.
Hoje estou bem mais eclético do que nunca, peguei uma convicção de que podemos ter nosso estilo de música, porém é ruim se fecharmos em um condomínio musical e ser preconceituoso com outros estilos.       
Foto: Site Quem

  Vendo essa entrevista do Wesley Safadão na Quem, posso entender bem o que é um ritmo gostoso, que pode ser criticado pela maioria e que talvez logo desapareça, mas que embala nossas noites de “tertúlias”, como já foi o twist em outros tempos para os americanos, e outros ritmos dançantes.
Na entrevista o cantor cearense de 27 anos conta um pouco da história da banda Garota Safada, com 15 anos de estrada e seu próprio começo na música há 12 anos atrás.
No auge da carreira após bombar no carnaval de 2015 em Salvador e agora com a gravação do DVD em Brasília o cantor já consegue ver com grande expectativa seu sucesso no Sul/ Sudeste.  E fala dos momentos em que gosta de ficar com a família. “No carnaval, eu praticamente não durmo. Geralmente como, canto e cochilo. É mais ou menos isso! São cinco dias de muito trabalho. Mas depois pego uns 15 dias para descansar” afirma o cantor.
Ele como um astro da música atual é também um cara que gosta de fazer coisas normais como qualquer outro mortal e por isso, quando quer ir a um evento com a esposa e filhos como, por exemplo, ao cinema, sempre tem o cuidado de pedir ao fã, um tempo para curtir esse momento, mas sem deixar de atender a todos depois. “É só ter um jeito e pedir: galera podemos curtir o filme e fazer depois? Até porque se não quero foto, não saio de casa. É dessa forma que penso” relata Wesley.
As vésperas do Vila Mix Fortaleza que acontece neste sábado (05) o cantor diz que apesar de ser o mais bem pago do Brasil, não ver como ainda no ápice do sucesso e acha que tem um longo caminho ainda para o reconhecimento. “2015 foi um ano maravilhoso e 2016 é promissor, mas não vejo da forma que me enxergam. Acho que não virei famoso ainda. Vejo alguns artistas que viraram estrelas mais o Safadão não é” conclui o Safadão.

Quando vou a uma festa fico feliz quando aquela música me tira do comum, da vida que vivemos da mesma forma sempre. Gosto da novidade, músicas românticas, sobre política, mas que me levem a relaxar.
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