terça-feira, 11 de novembro de 2014

Ódiojornalismo da direita finge que compreende o Brasil, mas se perde em seus discursos introspectivos



Terça-feira dia de procurar algo bom para pensar e escapar das rotinas e das obrigações. Temos o momento de aceitação e de busca de alguma sensação, olhar a coluna do Arnaldo Jabor toda semana é tentar entender o que se passa na mente de uma pessoa como ele. O seu último texto saído na manhã de hoje (A derrota do óbvio) é mais um ataque gratuito de “ódiojornalismo”, como bem ressaltou a pesquisadora Ivana Bentes, doutora em Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Ivana Bentes foto: internet

A professora da linha de pesquisa Tecnológicas da Comunicação e Estéticas do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRJ observou em entrevista ao site Instituto Humanitas Unisinos, que existe uma “tropa de choque ultraconservadora” que se espalhou pela mídia brasileira com nomes como Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo, Merval Pereira, Demétrio Magnoli, Rodrigo Constatini, entre outros.
Jabor não conformado com a derrota de Aécio Neves nas eleições presidenciais no Brasil destila seu veneno e ataca os jovens que chama de imbecis e os intelectuais que diz falarem mal do capitalismo, mas não tem um plano alternativo para ele na prática.
Esse jeito de bater gratuitamente no PT não garante emprego a nenhum jornalista, que mesmo seguindo a linha feroz dos donos da empresa de comunicação no fim são apenas um dado na hora de fazer ajustes e cortes para manter o empreendimento rendendo, como foi o caso recentemente das demissões na folha de São Paulo. No caso a Eliane Cantanhêde que perdeu o emprego e no seu último post (O último bastião) criticava Dilma Rousseff e o possível desemprego no Brasil.


Ainda leio esses textos de colunistas de jornais brasileiros para eu ter uma visão mais democrática do pensamento e não apenas focar a discussão em uma linha de pensamento, pois o que enriquece é chuva de idéias (brainstorm). Mas que existe uma turma da pesada que não sabe perder é demais.
Se a gente abrisse a coluna de opinião desse grupo falado acima e visse que uma semana eles falam mal da Dilma e do Lula e outra eles elogiam e um dia eles falam bem do Aécio e do FHC e no outro mostram defeitos, não isso está fora de cogitação. O importante para essa elite do pensamento irreal é que eles só atacam um lado e só vêem os defeitos de um grupo político no caso o PT e seus aliados. Eles não fazem analise, mas sim perseguição gratuita.
Bom mesmo é voltar a pensar em como organizar melhor o fim da tarde e que os pensamentos possam ser otimistas em relação a vida, como um todo.

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