segunda-feira, 7 de julho de 2014

Pagina Virada, motivação e luta por uma nova final 64 anos depois



A overdose de Neymar fora da Copa já esta deixando as pessoas com certo cansaço do tema. A gente até para pra pensar se isso ai não seria um trabalho de assessoria de imprensa do jogador para que sua cotação suba mais na mídia.
Felipão mostra para Willian onde quer que o meia entre na equipe (Foto: Gaspar Nóbrega/VIPCOMM)

O certo mesmo é que essa página já deve ser virada, e as alterações de Luis Felipe Scolari para o jogo desta terça-feira (08/07) do Brasil x Alemanha já foi testadas em treino hoje pela manhã na Granja Comary em Teresópolis.
O treinador colocou o time com três volantes: Fernandinho, Paulinho e Ramires, com liberdade para Daniel Alves que volta a equipe na lateral direita. Durante o treinamento Willian entrou no lugar de Paulinho, Maicon no de Daniel Alves e Bernard substituiu Oscar. Fora a já esperada entrada de Dante no posto de Thiago Silva suspenso.
O que se espera de um time que perdeu um pouco da sua criatividade com a saída de Neymar? Fechar e esperar o erro do adversário para partir para o contra ataque? Ou ir mais ofensivo e buscar logo fazer um gol para depois se fechar?
As armas do técnico Joachim Low podem ser justamente pela lateral, com Ozil e Lahn, apesar de os dois jogarem como volante. Thomas Muller apesar de não ser centroavante fixo, sempre está bem posicionado vindo de trás e Schweinsteiger ligando a defesa ao ataque.

De favorito Brasil passa à coadjuvante, pois a Alemanha tem jogadores experientes apesar de jovens e vem de quatro semifinais consecutivas.
Alemães comemoram o gol de Schürrle, que abriu caminho para a classificação (Foto: EFE)

Ao nosso selecionado, a motivação das arquibancadas e dos próprios jogadores que querem provar que podem vencer sem a Neymar-dependência.  E tem capacidade para isso, com tanto que a escalação seja correta e eles tenham liberdade para mostrar seu futebol.
Sessenta e quatro anos de história passam em 90 minutos de jogo em Belo Horizonte (MG), ganhar e manter o sonho de uma nação que superou o complexo de vira latas, mas ainda vive o drama do Maracanaço. Vou além tem torcedor que trocaria uns cinco títulos que ganhamos por dois êxitos no Maracanã em 1950 e 2014.


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