sábado, 11 de maio de 2013

Mães: Guerreiras de luta

Um dia, uma data em especial para homenagear aquelas que nos carregam no ventre durante nove meses. Cuidaram para nos aquecer nos momentos frios, com seu corpo bem quente. Deram o alimento necessário ao nosso organismo. Observaram atenciosas os nossos primeiros passos. Viram algumas quedas, o choro e depois a alegria das nossas primeiras caminhadas.
Chica (mãe) Mercado de Iguatu-CE

O que será que nos une tão fortemente as nossas mães? O seu carinho? A sua dedicação incansável? Ou será que a sua amizade que nos conforta com palavras animadoras nas horas mais confusas?
            Em algumas etapas da vida, sentimos que nossa mãe pegam muito no nosso pé, proibi a nossa saída, quer saber quem são esses novos amigos que aparecem.
            Às vezes até liberam nossos passeios noturnos, porém ficam lá no sofá ansiosas esperando nosso retorno. Perdem noites de sono preocupadas.
            Suportam com firmeza a dor de um filho drogado, são meses de luta leal ao seu lado e quando vem a recuperação tão sofrida, ela suspira aliviada, talvez dizendo: "esse filho estava morto e voltou a viver, vamos comemorar".

            Pega em suas mãos trêmulas e com paciência o conduz para um caminho correto.
            Elas sempre estiveram presentes nos momentos mais importantes da história. Falo em especial de Maria, mãe de Jesus que soube aceitar a vontade de Deus. Viu seu filho ser humilhado e morto por aqueles que não reconheceram sua grandeza. Porém apoiou seu plano de salvação com humildade.
            Se fossemos pensar em quantas mães viveram aflitas, pensando nos seus filhos que estão em algumas guerras pelo mundo afora, ou nas mães de árbitros de futebol, quando por um simples erros, são elas que são xingadas.
            Em fim, parabéns a todas as mães, bravas guerreiras de lutas, nesse domingo em que festejam, com seus filhos, quem sabe em um almoço bem legal, em que se reúne a família toda. Que essa data se celebre todos os dias da nossa vida, por que sem elas como viver.


Texto meu publicação original no Jornal do Leitor n° 685 entre 14 a 20 de maio de 2006 O Povo
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