terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Marcos Antônio Villa a serviço da extrema direita do Brasil



Villa você que é fascista, pois a mídia nem falou do Livro Privataria Tucana, mas a 1° edição vendeu todos os exemplares em um dia e o Serra é conhecido em pressionar os jornais para demitir jornalistas que falam coisas que ele não gosta. Autoritário quem é?

Houve um silêncio da mídia quando o Aécio embriagado não quis fazer o teste do bafômetro e nem apareceu na Globo, nem na Veja. No entanto quando denuncias sem prova aparece contra qualquer ministro do Governo Dilma, a mídia de extrema direita se arma e destrói a pessoa sem, no entanto haver um julgamento justo.
Serra
Você se esqueceu da campanha da bolinha de papel que o Serra fez e tentou forja como se um militante da esquerda tivesse machucado o candidato tucano? Que mentira suja, até bateram uma tomografia por causa de uma bolinha de papel. Quem é Autoritário?
            Quando a mídia que você faz parte começou a falar do livro de Amaury Ribeiro, foi só para mostrar o ponto de vista de quem foi acusado. Não deixaram o autor do livro expressar seu pensamento. Agora mostram um lado só.
            Na verdade no momento de mostrar alguém que vocês querem derrubar, fazem de tudo para mostrar numa lente de aumento distorcendo a noticia, fazendo que o cidadão menos atento se confunda afinal é isso que vocês da Globo, Veja, PSDB, Dantas e outros mais fazem.
            No caso da Lei de Medyos que já existe na Europa para regular a mídia contra abusos aos cidadãos vocês logo mostram como se fosse censura. Na verdade a censura existe dentro das emissoras que vocês trabalham, pois falam só o que os donos querem de acordo com sua conveniência e o povo, qual direito tem? Autoritário quem é?
Protogénes
Protógenes Queiroz deflagrou a operação Satiagraha contra o banqueiro Dantas por causa de lavagem de dinheiro, ai a mídia de extrema direita acusou ele de expor o acusado a imprensa, sendo no caso o delegado afastado e o banqueiro safado é que pousou de coitadinho.
            Você chama de panfleto um livro que é de um jornalista que merece respeito, pois fez uma investigação séria e as provas tem bem documentado para mostrar a todos.

            Fora a espionagem do Serra contra o Aécio Neves. Falta falar do Dossiê do Serra contra a candidatura da Roseana Sarney na época liderava a campanha presidencial pelo PFL e ele fez de tudo para mostrar algo de errado contra ela ou contra parentes. Autoritário quem é?
Globo
Para encerrar porque você não fala do silêncio da Globo na época da ditadura e também na época da redemocratização, quando o Brasil fazia uma campanha pela Diretas Já e vocês mostravam outras coisas. Um milhão de pessoas em São Paulo pelas Diretas e a Globo falou o que?Autoritário quem é?

Acima resposta ao texto que segue abaixo na integra 

Querem impor a mordaça

Marco Antonio Villa, O Globo
Não é novidade a forma de agir dos donos do poder. Nas três últimas eleições presidenciais, o PT e seus comparsas produziram dossiês, violaram sigilos fiscais e bancários, espalharam boatos, caluniaram seus opositores, montaram farsas. Não tiveram receio de transgredir a Constituição e todo aparato legal.
Para ganhar, praticaram a estratégia do vale-tudo. Transformaram seus militantes, incrustados na máquina do Estado, em informantes, em difamadores dos cidadãos. A máquina petista virou uma Stasi tropical, tão truculenta como aquela que oprimiu os alemães-orientais durante 40 anos.
A truculência é uma forma fascista de evitar o confronto de ideias. Para os fascistas, o debate é nocivo à sua forma de domínio, de controle absoluto da sociedade, pois pressupõe a existência do opositor.
Para o PT, que segue esta linha, a política não é o espaço da cidadania. Na verdade, os petistas odeiam a política. Fizeram nos últimos anos um trabalho de despolitizar os confrontos ideológicos e infantilizaram as divergências (basta recordar a denominação “mãe do PAC”).
A pluralidade ideológica e a alternância do poder foram somente suportadas. Na verdade, os petistas odeiam ter de conviver com a democracia. No passado adjetivavam o regime como “burguês”; hoje, como detém o poder, demonizam todos aqueles que se colocam contra o seu projeto autoritário.
Enxergam na Venezuela, no Equador e, mais recentemente, na Argentina exemplos para serem seguidos. Querem, como nestes três países, amordaçar os meios de comunicação e impor a ferro e fogo seu domínio sobre a sociedade.
Mesmo com todo o poder de Estado, nunca conseguiram vencer, no primeiro turno, uma eleição presidencial. Encontraram resistência por parte de milhões de eleitores. Mas não desistiram de seus propósitos. Querem controlar a imprensa de qualquer forma.
Para isso contam com o poder financeiro do governo e de seus asseclas. Compram consciências sem nenhum recato. E não faltam vendedores sequiosos para mamar nas tetas do Estado.
O panfleto de Amaury Ribeiro Junior (“A privataria tucana”) é apenas um produto da máquina petista de triturar reputações. Foi produzido nos esgotos do Palácio do Planalto. E foi publicado, neste momento, justamente com a intenção de desviar a atenção nacional dos sucessivos escândalos de corrupção do governo federal.
A marca oficialista é tão evidente que, na quarta capa, o editor usa a expressão “malfeito”, popularizada recentemente pela presidente Dilma Rousseff quando defendeu seus ministros corruptos.
Sob o pretexto de criticar as privatizações, focou exclusivamente o seu panfleto em José Serra. O autor chegou a pagar a um despachante para violar os sigilos fiscais de vários cidadãos, tudo isso sob a proteção de uma funcionária (petista, claro) da agência da Receita Federal, em Mauá, região metropolitana de São Paulo. Ribeiro — que está sendo processado — não tem vergonha de confessar o crime. Disse que não sabia como o despachante obtinha as informações sigilosas.
Usou 130 páginas para transcrever documentos sem nenhuma relação com o texto, como uma tentativa de apresentar seriedade, pesquisa, na elaboração das calúnias. Na verdade, não tinha como ocupar as páginas do panfleto com outras reportagens requentadas (a maioria publicada na revista “IstoÉ”).
Demonstrando absoluto desconhecimento do processo das privatizações, o autor construiu um texto desconexo.
Começa contando que sofreu um atentado quando investigava o tráfico de drogas em uma cidade-satélite do Distrito Federal. Depois apresenta uma enorme barafunda de nomes e informações. Fala até de um diamante cor-de-rosa que teria saído clandestinamente do país.
Passa por Fernandinho BeiraMar, o juiz Nicolau e por Ricardo Teixeira. Chega até a desenvolver uma tese que as lan houses, na periferia, facilitam a ação dos traficantes. Termina o longo arrazoado dizendo que foi obrigado a fugir de Brasília (sem explicar algum motivo razoável).
O panfleto não tem o mínimo sentido. Poderia servir — pela prática petista — como um dossiê, destes que o partido usa habitualmente para coagir e tentar desmoralizar seus adversários nas eleições (vale recordar que Ribeiro trabalhou na campanha presidencial de Dilma). O autor faz afirmações megalomaníacas, sem nenhuma comprovação.
A edição foi tão malfeita que não tomaram nem o cuidado de atualizar as reportagens requentadas, como na página 170, quando é dito que “o primo do hoje candidato tucano à Presidência da República...” A eleição foi em 2010 e o livro foi publicado em novembro de 2011 (e, segundo o autor, concluído em junho deste ano).
O panfleto deveria ser ignorado. Porém, o Ministério da Verdade petista, digno de George Orwell, construiu um verdadeiro rolo compressor. Criou a farsa do livro invisível, isto quando recebeu ampla cobertura televisiva da rede onde o jornalista dá expediente.
Junto às centenas de vozes de aluguel, Ribeiro quis transformar o texto difamatório em denúncia. Fracassou. O panfleto não para em pé e logo cairá no esquecimento. Mas deixa uma lição: o PT não vai deixar o poder tão facilmente, como alguns ingênuos imaginam. Usará de todos os instrumentos de intimidação contra seus adversários, mesmo aqueles que hoje silenciam, acreditando que estão “pela covardia” protegidos da fúria fascista.
O PT não terá dúvida em rasgar a Constituição, se for necessário ao seu plano de perpetuação no poder.
O panfleto é somente uma pequena peça da estrutura fascista do petismo.
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