sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A chuva

Durante esse mês de janeiro em Fortaleza nota-se a ocorrência de chuvas irregulares. Diferente do Rio de Janeiro onde as pessoas moram próximas a morros e cercada de serras e onde foram vitimadas várias pessoas, Fortaleza tem suportado razoalvemente bem esse período de quadra invernosa. Verifica-se, é claro, alguns pontos dentro da cidade em que avenidas e ruas ficaram rachadas e até cederam por falta de drenagem, porém são pontos isolados.
. Hoje, porém quando vim para o meu trabalho e me deslocava protegido pelo meu guarda-chuva pude notar como o trabalho ainda não está bem feito, apesar de ter sido feito drenagem na época do Prefeito Juraci Magalhães, as ruas estavam transbordando água, era quase impossível passar, tive que pisar dentro d água mesmo, onde afundava quase até o joelho, quando cheguei na avenida Luciano Carneiro senti que estava sendo arrastado e foi com muito esforço que consegui seguir meu trajeto, pois a pequena, mas forte correnteza que se formava estava me puxando para trás.
. Claro que antes se via pessoas as margens de rios como Maranguapinho, depois com a construção de casas populares e a retirada de pessoas das áreas de risco diminuiu o trabalho sempre grande da Defesa Civil. Claro que existem as famosas goteiras, principalmente em casas onde não existe forro e as telhas são a única proteção de sol e chuva.
. Porém, como na maioria dos bairros, existem gatos em busca da alguma gata no cio, sempre deixam marcas nas suas passagens sobre as telhas afastando-as e às vezes até quebrando algumas, ai se não cuidar na época de sol, quando chegar o período de chuva, logo a casa vira uma verdadeira piscina molhando parte dos móveis e dando trabalho pra as donas de casa que ainda têm essa 3° jornada de trabalho no lar.
. Com essa chuva que está caindo nesse segundo mês de janeiro de 2011, Fortaleza está mesmo ficando intransitável, principalmente para pedestres que não têm chão firme pra se apoiar, têm que andar como sem saber se o passo que irá dar poderá ser dentro de algum buraco, correndo o risco de um acidente grave.
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