segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Expectativas pós eleição 2010

Passado a euforia da eleição, agora estamos mais do que nunca convocados para exercermos o nosso papel de fiscalizador das políticas públicas dos governantes que tomarão posse em Janeiro de 2011. Não podemos apenas votar a cada dois anos e depois deixarmos cegamente nas mãos dos políticos os destinos da nação. "a verdade venceu a mentira" frase de Leonardo Boff, que foi usada no encontro dos artistas e intelectuais em apoio a candidatura de Dilma Roussef, que sofreu nessa campanha as mais duras calúnias e difamações, parte apoiada pela mídia golpista como disse Lula.
             Deve-se também fazer um grande debate em torno do papel das comunicações sociais que têm liberdade, mas não é sempre usada da forma correta, até porque quem detêm o controle dos meio de comunicações, são grandes empresários ligado a ao grande capital e que tentam de qualquer forma colocar seus candidatos no poder, como fizeram com Collor, FHC e vêm tentando fazer a bastante tempo com Serra. Claro a censura deve ser abolida, como disse a primeira mulher eleita da Republica Dilma Roussef: É melhor o barulho da imprensa, do que o silêncio da ditadura. Só que deveria em minha opinião ter um direito de resposta rápido no mesmo canal em que foi veiculada a noticia contra alguém sem provas.
            Hoje existe esse direito de resposta de outras maneiras, como no caso da Internet que circula rapidamente noticias de todos os gêneros com um alcance cada vez maior, mas às vezes é muito tarde e pode decidir uma eleição erradamente. No caso da "onda" de boatos, falsos, manifestos da igreja, através de documentos assinados por bispos, tudo isso poderia ter afetado a decisão do eleitorado, em uma semana o Serra já estava quase empatado com a Dilma, como a campanha do segundo turno demorou mais três semanas, foi o tempo da campanha da coligação do PT, conseguir virar o jogo com a contra-informação dentro do seu programa eleitoral.
             Sabe-se também que agora a presidenta vai pegar um país bem relacionado internacionalmente vindouros de fortes políticas econômicas dos três últimos governos ( Itamar, FHC, Lula), diferenciando porém dos demais o de Lula, porque foi um pouco além com políticas de inclusão social. Cabe a Dilma agora se articular bem internacionalmente e montar bem sua pasta ministerial.
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