domingo, 29 de novembro de 2009

Uma nova ortografia sem complicações


Vivemos nos países de língua portuguesa um verdadeiro questionamento, sobre como usar adequadamente as palavras em uma forma que melhor seja compreendida pelos usuários da mesma. O novo acordo ortográfico vem deixar mais simples a grafia, tirando dela acentos desnecessários, hífens inadequados, fazendo as mudanças coerentes para uma melhor compreensão de todos.
            Algumas palavras, já mudaram há muito tempo, como no caso de ”Farmácia”, que antes era escrito “Pharmácia”, tendo o “Ph” som de “F”. Temos outros exemplos de mudanças antigas que ainda hoje permanecem como a palavra “atrás” antes terminada em “z” que com o acréscimo de acento agudo no “a” e a substituição de “z” por “s”, ganhou o mesmo som com o aperfeiçoamento da grafia.

Vemos outros exemplos de palavras que se modificaram porque o som mudo das palavras foi deixando com que elas deixassem de ter importância, como nas palavras: “projeto” e “saírem”, onde o “c” da primeira palavra e o “h” da segunda foram tirados para dá mais conformidade com o recurso lingüístico adotado. Ou ainda a palavra “vai” que antes tinha “e” no final e agora têm ‘i” projetando melhor o som vocálico.
.           Já podemos também observar na palavra “afagos” e “ele”, antes escrita “affagos” e “elle”, que com o passar do tempo, elas foram suprimidas nas suas letras duplicadas. O melhor foi vê que tudo aquilo que era desnecessário foi deixado de lado, dando ênfase as coisas mais diretas e por certo objetivas. A palavra “crer”, por exemplo, perdeu o acento no “e”, até porque, o “r” a torna mais abafada.

            Não se quer mudanças radicais na língua culta, mas o tempo, as misturas entre erudito e popular, transformam muito o nosso modo de falar e escrever e se pode acrescentar a isso os estrangeirismos que acabam fazendo parte da nossa linguagem diária. Devemos está preparado para o que vêm de novo, pois o rio é corrente para frente como a palavras seguem seu caminho livres a mudanças.
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