sábado, 8 de agosto de 2009

Precisamos de folêgo

Como o titulo do livro de Silva Plath, essa famosa escritora americana que se matou com gás de cozinha, por sentir muito dor ao não ter mais o seu amor, Ted Hughes também escritor e inglês ao seu lado na jornada da vida.

 Por isso vejo como a sociedade, as pessoas, estão vivendo como que hipnotizadas, levando a vida como se não importasse o dia de amanhã e estão buscando apenas cumprir o seu papel de "cidadãos". Acho até natural e importante sermos prudentes e buscarmos seguir nosso papel social a qual nos identificamos.
            Só que não adianta você querer camuflar e fugir, pois um dia você vai precisa de pelo menos alguma coisa parecida com a loucura de uma vida sem regras, de diversão, orgias, de fugir do seu controle um pouco. Por mais que tenhamos nossos papéis sociais bem delimitados, no fundo queremos ousar um pouco.
            Você pode viver essa fase de loucura na adolescência e se juntar a sua tribo, para curtir a vida adoidada, ou mais tarde no meio de um curso de faculdade ao qual você está achando um saco e vêm aquelas perguntas: Por que eu existo? Pra que isso?
            Muitos largam carreiras "prósperas" e pegam sua mochila e vão atrás do sonho de encontrar o verdadeiro sentido pra vida; como fez Che Guevarra ao deixar o seu país a Argentina e ir em busca de um horizonte e quando encontrou em dá sua vida pelas pessoas que não conhecia o objetivo central..


Existem outros, que não conseguem deixar a loucura e "morrem pela boca", como a genial Janis Joplin, Elis Regina e tantos que nos deixaram tão cedo. Se fossemos enumerar os loucos em manicômios que estão lá pela incompreensão humana, nos sentiríamos todos culpados pelo mal que fazemos as pessoas por não ama-lás de verdade.
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