quinta-feira, 21 de maio de 2009

O Terceiro Setor de patins!!!!!!!!




Estão surgindo no mundo, ONGs (OSCIP), que são criadas por um grupo pequeno em um escritório, dizendo-se democráticos, no entanto querem a comunidade bem longe.


Com o pretexto de que os "técnicos" são capazes de tornar a entidade funcional mais proativa e com chances reais de terem projetos aprovados e voltá-los para a comunidade.



Essas pessoas que dizem que democracia demais atrapalha, são os piores oportunistas que querem fazer de uma entidade sem fins lucrativos, um ramo de negócios para lhe manter financeiramente.



.O certo é que, se algumas pessoas se interessam por um ramo de atuação e funda uma entidade, o correto é que elas fiquem a frente de tudo, porém não significa que as pessoas dos meios populares não possam compor a diretoria e ajudem na articulação comunitária.



Esses tecnocratas que querem usar o terceiro setor como negócio, geralmente se instalam em bairros muito pobres e chegam como "salvadores da pátria" e implantam seu trabalho "humanitário", que na verdade não resolve, apenas faz com que as pessoas sintam-se incapazes de lutar por si próprias para chegar ao sucesso.



             É claro que ONGs que são montadas apenas por lideranças comunitárias, viram uma forma de se gerar os currais eleitorais, como já acontece com as associações de bairro.
            O que devemos encontrar é o meio termo entre técnico e população. Porque não uma formação assim: Presidente: técnico- administrador, Vice: popular, 1° tesoureiro: técnico- economista, 2° tesoureiro: popular, 1° secretário: técnico: jornalista, 2° secretário: morador e por ai vai. É uma forma de legitimar um processo de OSCIP mais democrático.
            Ou será que uma OSCIP, sem a participação popular, só de técnicos vai ficar no poder a vida inteira? Isso é ilegal, seria ela imediatamente cassada. Até porque na maioria dos estatutos, só prevêem uma reeleição.
            A solução para o mundo é claro, não se encontra neste setor (3°) da economia, para se inverter a lógica devemos colocar na frente das decisões um grupo colegiado em que a vontade seja da maioria.
            Claro que para se poderem escolher as pessoas; elas têm que ter conhecimento do que se trata para isso é que esse colegiado deve ser representado por pessoas das classes mais pobres e que tenha uma lógica voltada para o bem comum da maioria.
            O terceiro setor, no momento é mais uma das alternativas de atuação da sociedade organizada, para atuar na promoção da melhoria de vida das pessoas.



            Quem trabalha neste setor exclusivamente, tem que ser remunerado, mais do que justo, não pode é ficarem rico à custa do recurso para os projetos sociais.

            O mundo precisa de uma solução boa para mudar essa concentração de renda, essa corrupção e esse fanatismo religiosa, que faz uma lavagem nas mentes das pessoas, enquanto seus líderes religiosos vivem em palacetes e têm uma vida de luxo.
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