segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Abraham Lincoln e A guerra Civil Americana






Mesmo de origem pobre, com dificuldades de muitas coisas, esse homem revolucionou sua época.
            Seu pai um mero homem do campo, Lincoln seu filho, um jovem cheio de ideais, movido pela declaração dos direitos individuais contidos na constituição (da independência americana).

            Um autodidata, que sofria certo preconceito por suas origens, mas que conseguia reverter tudo com seus ideais. Logo que pôde, entrou para política, com seus discursos inflamados, mexia com os sentimentos de uma nação. Por isso não tardou a assumir a presidência da República pelo recém formado Partido Republicano, com ex-membros dos vikings, democratas. Durante seu mandato, lutou como nunca para a unificação dos EUA.



Os nortistas queriam a libertação dos escravos, enquanto os estados do Sul lutavam para permanecer como estavam. Então resolveram se separar do Norte e criaram uma Nação nova.
            A guerra era o único caminho no momento, já que todas as pontes para o diálogo tinham sido minadas. Abraham Lincoln, não se importava com essa disputa entre escravocratas e abolicionistas, pois respeitava os pontos de vista de ambos. O importante para ele é que no fim de tudo, todos se unissem em uma mesma bandeira.

            No fundo ele desejava a libertação dos escravos, pois como mestre em direito e conhecedor das leis americanas, que inclusive diziam "que todos os homens são iguais perante a lei". Lincoln acreditava que também os negros eram portadores desse direito.


            Ao fim da guerra e estabelecida à unidade nacional, faltava apenas consolidar a República, desse momento em diante.

Porém um assassino escravocrata  , tirou a vida de um homem que era a cerne da democracia americana e dos direitos individuais, Abraham Lincoln. O seu legado já mais será apagado, pois seu espírito ilumina corações e mentes de homens que desejam um mundo de respeito as leis e direitos para todos.
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