sábado, 16 de setembro de 2017

Fortaleza: e o inferno de oito anos na Série C do Brasileirão


       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
       Enquanto você ouve esse podcast, o Leão está em mais uma tentativa de sair da Série C e chegar a Série B. Foi em 2009, quando o Vasco foi campeão, o Ceará subiu para Série A e Elton (Vasco da Gama), que hoje está no vozão foi artilheiro com 17 gols, ao lado de Marcelo Nicácio que jogava no Fortaleza e hoje está no Icasa. No dia 27/11/2009, o tricolor do Pici empatou em 1 x 1 com o Paraná e com 38 pontos em 18° lugar foi rebaixado. Hoje veremos esses anos do Fortaleza no “inferno” da Série C.

       Em 2010, o Fortaleza seria Tetra campeão cearense, ao vencer nos pênaltis o maior rival. O que parecia uma motivação para que a campanha na Série C fosse boa e viesse o retorno para a Série B, foi um primeiro ano de uma sequencia de anos de tormentos.
            O Leão estava no Grupo B e logo na estréia, empatou em 0 x 0 em casa contra o Águia de Marabá, apesar de vencer o São Raimundo (PA), duas vezes por 3 x 2 e 2 x 1, mas não foi suficiente e o time cearense terminaria sua participação em  terceiro lugar no Grupo A, com 12 pontos igual ao Águia, mas com uma vitória a menos. O ABC acabou se sagrando campeão e subiu para a Série B, com Ituiutaba, Criciúma (SC) e Salgueiro.

            
            Em 2011, o Fortaleza estava no Grupo B, ao lado de América (RN), CRB, Guarany de Sobral e Campinense (PB). O time da capital alencarina, mais uma vez não passou da primeira fase. Na estréia a derrota foi diante do CRB, depois em casa, foi vencido pelo América por 3 x 1.Sua vitória só veio na quarta rodada, quando venceu por 3 x 1 o Guarany, com gols de Esley, Carlinhos Bala e Guto. Mas o jogo mais polêmico foi na última rodada, quando a equipe do Ceará estava necessitando da vitória para não ser rebaixado para a quarta divisão e foi assim, com o jogo suspeitíssimo venceu por 4 x 0, o CRB, com gols de Vavá duas vezes, Gustavo Papa e Marcos Goiano.
                     E o Bem Amigos com Galvão Beno foi dedicado a falar sobre a suspeita de o CRB ter deixado o Fortaleza fazer gols.
         

            No ano de 2012, o Oeste, foi o campeão, o Icasa, o segundo e subiu de divisão, junto com Chapecoense e Paysandu.
            Na primeira fase, no Grupo A, o Fortaleza foi superior aos seus adversários e com 39 pontos se classificou fácil. Entre as principais vitórias está a de 2 x 0 diante do Santa Cruz por 2 x 0, na sétima rodada, com gols de Rafinha e Waldison e 4 x 1 sobre o Guarany de Sobral, com gols de Geraldo, Waldison, Jaílson e Guto. E o 3 x 0 sobre o Cuiabá.
            Classificado o Leão enfrentaria pela primeira vez o tormento de um mata-mata, na primeira partida fora de casa, o jogo foi 1 x 1. Mas em casa, diante de 20 mil pessoas no Estádio Presidente Vargas. O Fortaleza escalado com Lopes, Micão, Ciro Sena e Cléber Carioca, Rafinha, Élton, Esley, Geraldo e Guto, Waldison e Assiszinho. O técnico era Vica. E a derrota foi de 3 x 1 e a primeira eliminação na Série C, na segunda fase.
           

            Em 2013, o Santa Cruz foi campeão da Série C e levou junto para a divisão superior, o Sampaio Correia, Luverdense e Vila Nova. O Fortaleza até que tentou, mas não passou da primeira fase, terminou em 5° lugar com 32 pontos no Grupo A. A estréia até que foi bonita venceu o Baraúnas fora de casa, por 4 x 1, dois gols de Assiszinho e Jaílson e depois na terceira rodada ganhou do CRB por 3 x 0. Com uma campanha irregular, a decisão da vaga teve que ser decidida na última rodada.
            No dia 13 de outubro de 2013, 57 mil pessoas lotaram a Arena Castelão e a equipe comandada por Luiz Carlos Martins estava escalada com Flávio, Eduardo Luiz, Fabrício, Charles e Marinho Dozinete, Esley, Jackson Caucaia (hoje no Ceará), Assiszinho e Waldison e Robert. Quem diria que depois de vencer de 2 x 0, com gols de Waldison e Guaru, aos 32 minutos do segundo tempo, Arlindo Maracanã diminuiu e  Paulo Sérgio, aos 47m finais empatou e eliminou o Leão.
    

            Ano de 2014, o Brasil amargou o quarto lugar na Copa do Mundo em casa e uma goleada de 7 x 1 para a campeã Alemanha. O Fortaleza perdeu a final do Campeonato Cearense para o seu principal rival.
            Na Série C, o sofrimento continuou. Macaé campeão, com Paysandu, Mogi Mirim e CRB, na sequencia. Com uma primeira fase impecável, o tricolor de aço terminou em primeiro lugar, com 35 pontos e vitórias importantes como contra o Salgueiro fora de casa, 1 x 0, gol de Robert. e 3 x 1 também fora contra o ASA.
            No mata-mata mais uma vez, o Fortaleza empatou fora de casa, 0 x 0 e foi decidir em casa com o Macaé, na Arena Castelão diante de 62 mil pessoas, comandado por Marcelo Chamusca (hoje no Ceará), a equipe estava escalada com Ricardo, Tiago Cametá, Genilson, Adalberto, Fernandinho, Walfrido, Corrêa, Marcelinho Paraíba, Ricardo, Robert e Waldison.Jubá fez para a equipe carioca, aos 46° do 1° tempo, Waldison empatou para o Leão aos 36° do segundo tempo, mas não foi suficiente mais uma eliminação.
                   Vila Nova, Londrina, Tupi e Brasil de Pelotas subiram para a Série B. Ano de 2015, mais uma página da luta do Leão pelo acesso, sexta tentativa. E de novo uma primeira fase no Grupo B, com liderança com 36 pontos e vitórias importantes. 2 x 0 sobre o Icasa em Juazeiro, gols Rodrigo Almeida e Aldaberto e 3 x 0 sobre o Botafogo (PB), gol de André Lima, Maranhão e Everton.
            No jogo de ida, o Brasil de Pelotas venceu por 1 x 0. Na volta diante de 63 mil pessoas, um zero a zero teimoso e mais uma eliminação em casa. Com Marcelo Chamusca de novo no comando.

                       Ano passado, 2016, houve o golpe que parou o Brasil e tirou uma presidente eleita do poder, por uma quadrilha, segundo o Ministério Público, que acusou Temer, como chefe de uma organização criminosa que fez o processo para tirar Dilma, como uma forma de barrar a justiça.
            Não foi surpresa novamente o que aconteceu com o Fortaleza. Uma novela que se repetiu seguidamente por sete anos e que contra o Tupi (MG) em 2017 se queria diferente, mas isso é assunto para outro podcast. Agora vamos para a Série C de 2016, que teve o Boa Esporte (MG), como campeão, seguido de ABC, Guarani e Juventude.
            Seria mais uma liderança, no Grupo A, com 30 pontos e vitórias de 2 x 0 sobre o Confiança fora de casa, com gols de Anselmo e 3 x 0 sobre o América (RN), também fora de casa, gols de Daniel Sobralense, Edimar e Anselmo. Teve um 4 x 1 sobre o Remo, vitória convincente, gols de Daniel Sobralense, Rodrigo Andrade, Corrêa e Juninho.
            De novo, 0 x 0 fora de casa e em casa, 1 x 1, com gol de Pio de falta, que parecia que poderia haver a virada, mas não deu. Diante de novo de 63 mil pessoas, parece uma série do SBT, se repete sempre, mais uma eliminação. Teve muita quebradeira de cadeiras esses anos.

            Foram anos que Jorge Mota, Renan Vieira e tantos outros diretores passaram pelo Leão e não tiveram êxito em levar o tricolor a Série B.
       
            Como eu disse enquanto eu gravo esse podcast e coloco no ar, o Leão decide com o Tupi (MG) sua vida na Série C, 2017 dessa vez joga primeiro em casa e depois decide fora. Quando você ouvir esse programa seu tricolor já pode está até comemorando ou não. Esperamos que sim.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:
           

           






sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Dia das Crianças: doe brinquedo ou dinheiro para realização do evento


​Todos os anos a família Lino, em especial Márcia Lino, realiza no Bairro Santa Fé (Ancuri) região carente de Fortaleza, o Dia das Crianças, com doação de brinquedos, pula-pula, lanche, show de palhaços. São crianças sem condição muitas vezes de ter um brinquedo.
Márcia Lino

A ajuda para realizar esse evento que vai acontecer na Rua do Cruzeiro, próximo a Tenda da Igreja Batista Central se realizará no dia 12/10 a partir das 09h da manhã e se for ajudado por pessoas de bom coração será bem vindo. Pode ser dinheiro ou brinquedo.
Mara Lino

O dinheiro seria para arcar com os custos das atrações, os brinquedos serão as doações para as crianças.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Os Degraus do Pentágono: O Literato episódio 7

Listen to "Os Degraus Do Pentágono" on Spreaker.

                
            Bom dia, Boa tarde, Boa Noite, meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza, com mais uma edição do podcast, O Literato, com resenhas de livros, comentários sobre filmes e séries baseados em literatura escrita, além de entrevistas, de memórias culturais e histórias de músicas e poesias que marcaram todas as épocas.
            No 7° podcast, vamos falar sobre o livro Os Degraus do Pentagono, de 1968, escrito pelo jornalista Norman Mailer e que teve essa edição publicada pela Editora Record, com o nome de Os Exércitos da Noite, com tradução de Álvaro Cabral e publicação da Biblioteca Moderna.
           

            Quem mergulha em um livro está em busca de ser tocado de alguma forma. Nessa obra em especial eu esperava uma aventura, com cenas de ação, conflitos e superação de barreiras e lições de vida. Mas o que eu vi na verdade foi um relato e os bastidores de uma manifestação de grandes proporções contra a Guerra do Vietnã. O autor consagrado, no conhecido novo jornalismo, que mistura realidade com estilo de ficção me decepcionou do ponto de vista de formato deste conteúdo. Eu esperava suspense, dramaticidade e encontrei um texto arrastado, cansativo, apesar de bem detalhado e informativo sobre os acontecimentos desta marcha civil contra a carnificina de uma guerra.
            O livro tem mesmo esse senso jornalístico por isso deu ao autor, o prêmio pulitzer, honraria norte-americana, concedida a pessoas que realizam trabalhos de destaque.
            Norman Mailer tem formação em engenharia aeronáutica pela Universidade de Havard, participou da segunda guerra mundial, que lhe inspirou para escrever Os Nus e os Mortos. Nasceu em Long Branch, Nova Jersey em 1923, morreu em 2007, aos 84 anos.
            Quando eu ouvi falar de Mailer na universidade, através do meu amigo escritor e jornalista Eduardo Fontenele, não imaginava como seria ler esse autor, acabei lendo seus contemporâneos, Gay Talese, Hunter Thompson, Tom Wolfe, Truman Capote, uma escola que me influenciou bastante nos meus últimos textos.
           
            Deixando bem claro para vocês, que lêem ou ouvem, o livro Os Degraus do Pentágono pode ser bom ou ruim. Depende do que você procura para ler. Se for um Romance, uma ficção bem interessante de ler e mergulhar não pode ser tão legal. Agora se você quer saber como funciona os bastidores de um movimento, passo a passo e quais os sentimentos ao redor desses acontecimentos pode ser bem legal. O Mailer escreve muito bem e tem um texto bem claro sobre aquilo que ele quer falar.
           
            Então como é esse estilo? Bem ele cria um personagem, ele mesmo e apartir desse personagem ele desenvolve a história, as palestras, que antecedem a marcha, as prisões, a desobediência civil, a cobertura da imprensa, o que sente os dois lados, o engajamento de intelectuais. Para quem é mais político ele fala bastante de esquerda, direita, capitalismo, quais os interesses por trás de tudo isso.
            Movimento hippie, queima de convocação do exercito, correntes dentro do movimento, ideologias. Participação de pensadores deu força à marcha. Os caras forçaram para serem presos e assim dá mais holofotes a essa reivindicação, seria parte de um processo para fortalecer essa dura caminhada contra uma guerra sem sentindo.
           
            Agradecimentos a toda audiência deste podcast. Edição e narração Carlinhos Alves, na busca por desbravar o mundo imaginário, às vezes real e duro e às vezes poético e belo, abraço e até uma próxima vez.

            

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

América Footbal Club: Futebol, futsal e o inicio do esporte da bola pesada no Ceará


       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

       Quem já acompanhou os primeiros episódios de nosso podcast, soube que o América Football Club foi campeão estadual de futebol de campo em 1935 e 1966, para quem não sabia, o mesmo América também foi campeão cearense no futsal. Hoje vamos contar essa história e mais tudo sobre alvirubro cearense.
       O mecão foi fundado em 11 de novembro de 1920, tem como a Águia seu mascote. Já até tínhamos citado aqui que o América foi fundado como uma dissidência do Ceará Sporting Club. Foi numa reunião na Casa Juvenal de Pompeu Magalhães que por unanimidade, a saída da equipe infanto-juvenil do alvinegro de Porangabussu e formando uma nova equipe.  Fizeram parte desse grupo fundador Acrísio Faria de Miranda, Aluísio Gondim Ribeiro, Aníbal Câmara Bonfim, Dagoberto Rodrigues, Antônio Benício Girão, Miguel Aguiar Picanço Filho e Crisanto Moreira da Rocha.
            Ainda durante a história do mequinha estiveram como diretores, José Lino da Silveira, Aécio de Borba e Alberto Damasceno. Hoje o presidente é Cleston Sousa Santos e o clube está na terceira divisão do futebol profissional.
            Inaugurado em 1944, o Estádio Américo Picanço foi sede do Campeonato Cearense de 1945 a 1951, no ano de 2014, foi reformado e entregue pela prefeitura municipal de Fortaleza.
            Um grande jogador Canhotinho ídolo do São Paulo e seleção foi lateral esquerdo e atuou na equipe cearense como lateral esquerdo, sendo inclusive elogiado por Pelé.
            Com o advento das sedes sociais dos clubes nos anos 60, o América, que tinha uma sede desse estilo na Avenida Dom Manuel com muita movimentação da juventude da época. Aécio de Borba e seu irmão José Borba estavam no comando, ao lado de José Lino da Silveira, Livio Amaro e Marcílio Browne. Época de títulos em campo e em quadra e artilharia do estadual de futebol em 1965 com Fernando Carlos com 18 gols e 1967, com Wilson com 12 gols.
            O América caiu para Série B cearense em 1997 e depois para a Série C, onde seria campeão em 2013, com o presidente Jean Paolo Damasceno. Quando esse título veio o clube fez uma parceria com a Farmácia Pague Menos, onde utilizou a sede da Grupo no bairro Jacarecanga, denominado Grêmio Recreativo Pague Menos. O último grande lance do clube foi a contratação de Mário Jardel, que acabou não dando muito certo.
            Entre os principais títulos estão o torneio início do Ceará: que venceu seis vezes: 1924, 1950, 1956, 1957, 1963 e 1970). Campeonato Cearense Aspirante: 1937, 1939 e 1948 e a Taça Brasil Norte em 1967, ficando em segundo lugar no Norte e Nordeste perdendo a final para o Naútico de Recife.
            Os destaques dentro de campo na história do clube foram; Geroldo, que chegou a jogar no Sport de Recife e seleção brasileira, Mundico, Wilson,  Zeca Alencar, que chegou ao Palmeiras e seleção, Mozarzinho, Pinha, entre outros. Eu me lembrou do ataque Fuscão e Fusquinha década de 1990, que eu vi jogar, e era tempos que o mequinha levava goleadas de Ceará e Fortaleza.
            Futsal
            Voltando a falar de futsal, foi um diretor do América, Lívio Correia Amaro, que depois de uma viagem ao Rio de Janeiro trouxe o futsal para a sua sede, na Rua dos Tabajaras, na Praia de Iracema. Foi também por intermédio do América, no caso por meio do seu advogado que foi redigido um estatuto e fundado a Federação Cearense de Futebol de Salão, em 1956.
Aécio de Borba

                       Como falamos na edição anterior do FutCearaCast, o Sumov foi o maior campeão cearense de futsal com 22 títulos, mas o América mesmo sem disputar desde 1969 é o segundo maior campeão da categoria, com oito títulos, 1957, 1958, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968 e 1969.
            Outras modalidades
            Entre outros esportes que o clube se destacou temos, o basquetebol, que foi pentacampeão entre 1962 a 1967, com os destaques para o irmão Chico Barbosa, Keké e Zé Flávio. Ainda venceu no voleibol 1965, 1966 e 1967.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:
            Campeões de futebol: http://www.campeoesdofutebol.com.br/taca_brasilzn.html












segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Sumov: conquistas e histórias da equipe cearense super campeã no futsal


     
  Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
       Eu tinha 12 anos em 1991 e junto com meu amigo de infância Eriko Morais fomos ao Ginásio Aécio de Borba e nos inscrevemos na escolinha do Sumov, que tinha as categorias de base dirigida por Franzé e auxiliada por Kaká. Por lá fiquei alguns meses, até que meu amigo desistiu e eu acabei o acompanhando. Sumov super campeão brasileiro e cearense de futsal, hoje vamos contar a estória dos títulos estaduais, nacionais e sulamericanos.

       O Sumov Atlético Clube foi fundado em 1965, o nome veio da abreviação Superintendência Municipal de Obras e Viação que manteve o clube até a extinção do órgão em 1997 e o corte do patrocínio da prefeitura em 2000.
            O primeiro título veio em 1970 na conquista da edição no 15 do Campeonato Cearense de futsal, feito que se repetiu pelos dois anos sequintes, 71 e 72. O primeiro treinador da equipe foi César Vieira que depois se tornou o maior vencedor comandando a equipe.  César também foi campeão mundial pela seleção brasileira de futsal. Nesse mesmo ano de 1972, o Sumov conquistou o primeiro título nacional, a Taça Brasil.
César Vieira

            No Campeonato Cearense, ao todo foram 22 títulos, sendo o último justamente quando o patrocínio da prefeitura cessou.em 2000. Ganhou o estadual em 76,77,78, 80, 81, 82, 83, 84, 85, 87, 91, 92, 93, 94, 95,96, 97, 98. Depois sua melhor colocação no estadual foi em 2008, quando foi segundo colocado ficando atrás do Fortaleza. Mas ainda é folgado o maior campeão cearense, da história e dificilmente será um dia superado.
            Quem vestiu a camisa do clube, como o goleiro Lavoisier, Cacá, Leonel Alencar não esquecem dos momentos gloriosos de história. Aqui uma fala do goleiro cearense, que jogou 150 partidas pela seleção brasileira de futsal.
   

           
            O clube aurinegro de 52 anos tem grandes feitos como os títulos da Taça Brasil, 1976, 1980, 82, 86 e 2001. Foi campeão sulamericano duas vezes 1978 e 80. Metropolitano 5 vezes (1992, 96, 97, 2003 e 2009).

O Sumov ainda foi campeão cearense feminino em 2001 e 2005. Foi campeão da Taça Brasil sub-17 feminino
            
            Na história da Taça Brasil, o Sumov só fica atrás do Jaraguá que tem sete títulos. O Estado de Santa Catarina tem 11 conquistas e o Estado do Ceará 8 vezes campeão nacional.
            Nessas conquistas temos Gerâ que foi campeão em 85, 86 e 87. E depois foi campeão mundial pela seleção brasileira e eleito o melhor do mundo. Entre os treinadores, temos Aécio de Borba, Silvio Carlos, Totonho, Cacá e Branquinho.
            Ainda outros nomes passaram pelo Sumov, como Djacir Franco super campeão pela equipe. Cacá primeiro título cearense e nacional pelo clube. Beto (goleiro), Francisco Aires Lima, o treinador da última conquista estadual do Sumov e também campeão cearense feminino em 2001.
            Na última conquista nacional alías, o Sumov empatou o tempo normal com o Carlos Barbosa e por desordem nas arquibancadas quando a torcida local arremessou objetos na quadra, a Confederação Brasileira de Futsal interrompeu a partida e declarou as duas equipes campeãs.
           
            A base do futsal do Sumov é a grande conquista da equipe
                       
            Muitos áudios e vídeos que poderiam rechear essa história não estão disponíveis da internet, por isso usamos aqui algum material que ilustrou um pouco esse clube de tradição no futsal cearense.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:








           











domingo, 27 de agosto de 2017

Série B: Campeonato Cearense, um pouco da história dos títulos


       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
       Em 1940, o Campeonato Cearense da Série B foi disputado pela primeira vez e por muitos anos de forma descontinua. Até que em 1998 em diante passou a ser realizado todos os anos. O primeiro campeão foi o Social.
       A segunda edição ocorreu três anos depois em 1943, com o título do Luso.  Em 1944 o José de Alencar foi campeão, com Águia Norte em segundo e Independência em terceiro. Repara os nomes dos times, muito inusitado, o quarto colocado deste ano foi o 1° de Maio. São clubes quase que desconhecidos.

            O primeiro que podemos lembrar foi o campeão de 1951, o Usina Ceará, que era um time fabril, que foi fundado em 1949 com a função de promover a o desporto para os funcionários da Industria Têxtil Siqueira Gurgel, era do bairro Otávio Bonfim. Em 1956 ficou em segundo lugar no Campeonato Cearense da primeira divisão.
            Em 1966, o Guarany de Sobral foi o campeão, com Quixadá em segundo, Tiradentes em terceiro e Salgado da Gama em quarto lugar. No ano seguinte, o Quixadá foi o vencedor da competição, com Messejana em segundo lugar, Tiradentes em terceiro e de novo o Salgado da Gama em quarto lugar.
            Em 1968, o Tiradentes foi o campeão, em 1969, o Olavo Bilac levou a taça da Série B.
            25 anos se passaram, para que o torneio de acesso a elite do futebol cearense voltasse a ser disputado novamente. Seria essa a nova edição, com Esporte Clube Limoeiro como campeão, Uruburetama em segundo e Maguari em terceiro.
            Quatro anos depois em 1998, o Uniclinic foi campeão, com Itapipoca com o vice-campeonato e Crato em terceiro. Em 1999, o Guarany de Sobral foi novamente campeão, no ano 2000, quem levou a melhor foi o Itapajé, em 2001 Associação Desportiva Limoeiro venceu. 2002 foi o Itapipoca, o Icasa ganhou em 2003, o Guarani de Juazeiro em 2004. Em 2005 de novo Guarany de Sobral ganhou a Série B cearense.
            Em 2007, deu Horizonte, em 2008 de novo Guarany de Sobral, em 2009 de novo Associação Desportiva Limoeiro. 2010 o Icasa levantou o troféu. O Trairiense venceu em 2011.

            Em 2012 o Maracanã ganhou seu título. Na sequência em 2013 deu Itapipoca, depois em 2014 São Benedito.  Em 2015 o Tiradentes foi campeão ao vencer nos pênaltis o Uniclinic.
            Em 2016 o Horizonte levou a melhor sobre o Alto Santo. Temos momentos do Horizonte nessa competição contra o Campo Grande quando venceu por 3 x 0.
            Depois o empate em 2 x 2 com o Ferroviário.
            No ano posterior, 2017, até foi tema de um podcast nosso, o Iguatu foi campeão.
            Entre os principais vencedores do Campeonato Cearense Série B, temos o Guarany de Sobral com quatro títulos, seguido da Associação Desportiva Limoeiro com duas conquistas, mesmo número de títulos, do Itapipoca, Tiradentes, Icasa e Guarani de Juazeiro.
            As principais cidades com títulos na Sèrie B em sequência são Fortaleza, com 8 títulos, Sobral, 4 Juazeiro também 4, Limoeiro do Norte 3 e Itapipoca 2. Vamos acompanhar ai gols de jogos da competição 2017, narração Federação Cearense de Futebol.
            Aqui mais um grande jogo relembrando essa competição que dá chance a equipes vencerem.
            Esse foi apenas um resumo da nossa história do futebol cearense. Em outras edições os títulos e estáticas de cada campeonato.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:
           
           







           
           















segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Podemos tudo e não fazemos quase nada

Não é preciso ser um sábio para entender aquilo que nos faz bem e aquilo que nos faz mal. Quando estamos prestes a perder tudo que nos é importante, vem de dentro de nós um alerta e nos diz que devemos parar tudo que estamos fazendo ou mesmo mudar um pouco o rumo.
Não é possível fazer sempre o que queremos toda hora. Ninguém pode agradar a todos todo momento, mas temos que encontrar um equilíbrio, saber o que realmente importante não perder o foco e nem deixar de buscar aquilo que nos move para que acordemos todos os dias e não enfiamos uma bala na própria cabeça.
Não desistir é crer que tudo pode acontecer todos os dias, pois o que nos move é uma certeza de que algo maior que nós nos impulsiona. Se percebermos sempre há uma esperança, nem que seja a ponta de um iceberg escondida e ofuscada por um farol de um carro que vem em direção contrária da nossa. Ontem mesmo conversando com um irmão meu pré-adolescente descobri coisas da tecnologia como colocar camadas de vídeos dentro do vídeo que eu estou falando, que pode me dar um upgrade nos vídeos de youtube que pretendo fazer daqui para frente pode ser um recomeço para projetos antigos que se apagaram.
Estou na ativa, apesar daquele trabalho que me leva cotidianamente para o mesmo lugar posso ver adiante. Eu olhando esses dias que o bitcoin voltou a estourar e hoje (21) 1 bitcoin vale R$ 12 mil. Eu há cerca de um ano e meio atrás pensei em investir nisso e acabei não fazendo por medo de separar uma grana e perder dinheiro. Outra vez queria investir em marketing digital e comecei uma pós-graduação li o livro da Marta Gabriel, que ainda tenho aqui guardado, mas mal terminei um semestre e acabei desistindo do marketing digital, que também através do hotmart, não investi grana e não tive retorno em meu trabalho como afiliado e depois como produtor, apesar de ver as pessoas mostrando nos vídeos do youtube seus ganhos.
Na verdade fiquei travado diante dessas possibilidades e acabei nem ganhando nem perdendo e nem saindo do lugar.
Tive a ideia de fazer publicidade de passeios turísticos na internet, no Facebook e quando vi que não tive retorno imediato, mas apenas views, desisti também e vi alguns colegas de trabalho deixando de frequentar o calçadão da Beira Mar e vendendo apenas os passeios em casa, na frente do computador.
Resolvi voltar a fazer essa publicidade de novo no Facebook na página de passeios que tenho e em apenas uma semana, as curtições da página saltaram de 250 pessoas para mais de mil pessoas e agora vou continuar fazendo publicidade com os anúncios dos passeios, resolvi separar uma parte do meu orçamento para investir nisso.
Outra ponta da minha vida que ainda não fechou foi a questão da minha veia literária, tenho três livros publicados no Amazon, dois deles ficção e não vendi praticamente nenhum por falta de publicidade, enquanto eu sei que posso fazer isso e ter retorno e quem sabe um dia possa eu ter meu livro impresso por alguma editora física, se bem que Jeff Bezos (Ceo da Amazon) está quase que o homem mais rico do mundo, o que falta em mim para ser um homem bem sucedido seria um pouco mais de coragem em coisas que a vida me possibilita, ou vou acabar minha vida em pé vendendo passeios turísticos.
Não que isso seja ruim, ganho meu sustento nisso e pagos contas, sustento esposa e "filha". Inclusive essa página da minha vida chamada casamento me surpreende a cada dia. Minha esposa comprou o carro que hoje ando, com um ato de coragem de umas reservas pequenas que ela tinha guardado, um carrinho velho, mas que tem servido bastante para nossas atividades diárias como ir ao supermercado, eu ir a Beira Mar e ficar até mais tarde. Eu apenas estou pagando consertos e manutenção do carro e quando puder uma reforma nele.
Outra coisa que ela fez, foi comprar material para fazer um quarto em cima e em baixo colocarmos uma garagem para o carro, ela tem algumas atitudes que se eu tivesse ousado mais talvez estaria até num lugar melhor economicamente.
Não é pelo dinheiro, mas porque sabemos, no caso eu sei agora que posso e tenho capacidade de ir longe. Tenho 38 anos, me pergunto e daí "eu tenho uma porção de coisas para fazer e não posso ficar ai parado", Não mesmo né Raul Seixas?
O potencial que temos dentro de nós é tão importante quanto o ar que respiramos, pois ele que nos mantem vivos.
Ultimamente tenho escutado discos do passado, Nenhum de Nós, Link Park e nem ligo se o Chester Bennington deu um fim na sua existência, sabe-se lá qual traumas ele tinha e como para ele era difícil superar tudo isso. Eu sei disso, pois fui abusado na infância por um parente meu, por parte de mãe e nem quero citar nomes para não abrir uma ferida na nossa vida, talvez por isso eu não tenha tanto afeto por pessoas do lado da minha genitora, claro ela minha mãe eu amo sim, mas os outros não tenho muito contato.
Mas se estou vivo aqui é porque não chegou a hora, pode ser qualquer momento, ou daqui 50 anos, nunca se sabe, mas eu quero enquanto ar eu respirar sempre está em busca de melhorar, evoluir, buscar cuida das coisas que realmente importam e que o restou fica no seu lugar.

domingo, 20 de agosto de 2017

Marcelo Veiga, um lateral que marcou época no Ferroviário


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
       Hoje ele tem 52 anos e está sem clube, mas já foi um dos grandes profissionais dentro de campo e depois como treinador, um ótimo comandante. Estou falando de Marcelo Castelo Veiga, ex-jogador campeão pelo Ferroviário em 1988.

       Ratão nasceu em São Paulo, no dia 07 de outubro de 1964, com o apoio do pai, e jogando nos campos de várzeas da Casa Verde se tornou um profissional de futebol. Era um lateral direito, canhoto. Como jogador esteve no Santo André, Santos, Portuguesa, Matonense, Internacional, Goiás, Atlético Goianiense, Itumbiara, Ferroviário, Fortaleza, Bahia e Joinville.
            A passagem de Marcelo Veiga pelo Ferroviário foi marcante. 33 mil pagantes estiveram presentes na final de 1988, no dia 7 de setembro no Estádio Castelão viram o Ferroviário vencer por 1 x 0 e ser campeão. A formação básica do clube coral era Robinson, Silmar, Arimatéia, Juarez, Marcelo Veiga, Djalma, Alves e Jacinto; Arnaldo; Mazinho e Barrote. Técnico: Lucídio Pontes.
            O Internacional em 1992 foi campeão da Copa do Brasil e do Campeonato Gaúcho, com Marcelo Veiga no elenco.
            No Bragantino já como treinador foi campeão da Série C em 2007, numa campanha de 32 jogos, 16 vitórias, sete empates e nove derrotas.
         
            Em 2015, no dia 14 de novembro, no Estádio Albertão, um empate sem gols entre River (PI) e Botafogo (SP), dá o título para a equipe paulista no placar agregado. Marcelo Veiga mais um título como treinador, o time base era formado por, Neneca, Carlos Henrique, Caio Ruan, Mirita, Augusto, César Gaúcho, Daniel Borges, Diego Pituca e Vitinho (Lucas Ribeiro), Canela, (Mateus Mancini), Nunes (Dudu).
           
            Ainda com o Bragantino, o treinador Marcelo Veiga levou a semi-final  do Campeonato Paulista Série A 2 (2005) e ao vice-campeonato da Copa São Paulo de 2006
                        Esse podcast quer homenagear o futebol cearense e jogadores, treinadores, que passaram por aqui, independente de onde tenham nascido. Marcelo Veiga não é nordestino e passou pelo futebol cearense pelo Tubarão da Barra e marcou com o título, mas seu nome ficou gravado por aqui e todo o respeito da crônica esportiva cearense para ele.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:
           
            Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Veiga











           
           















quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Five Came Back




              
            Bom dia, Boa tarde, Boa Noite, meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza, com mais uma edição do podcast, O Literato, com resenhas de livros, comentários sobre filmes e séries baseados em literatura escrita, além de entrevistas, de memórias culturais e histórias de músicas e poesias que marcaram todas as épocas.
            No 6° podcast, vamos falar sobre a série documental Five Came Back, original Netflix (2017) baseado no livro de Mark Harris.
            


            Você já deve ter ouvido falar de a Felicidade não se compra, Bem Hur, Os Melhores anos das nossas vidas. Não? Então já deve ter escutado falar sobre esses diretores de cinema: Frank Capra, George Stevens, John Ford, John Huston e William Wyler? Não de novo? Vixe, então tem que assistir essa série de três episódios narrada por Meryl Streep e que tem os comentários destes consagrados diretores: Steven Spielberg (ET, Parque dos Dinossauros), Francis Ford Coppola (Apocalypse Now, O Poderoso Chefão), Guilhermo Del Toro (A Colina Escarlate, Helboy), Paul Greengrass (Jason Bourne) e Lawrence Kasdan (O retorno de Jedi).
            Capra, Stevens, Ford, Huston e Wyler foram contemporâneos do cinema norte-americano e eram destaques com grandes produções cinematográficas antes da segunda guerra mundial, quando foram convocados a servir as forças armadas, e viram pessoalmente, além de filmarem os horrores da carnificina do conflito. Podemos ver nessa produção da Netflix, como era usado o cinema para diversos fins como propaganda e comoção da opinião pública para que os EUA entrassem na guerra.

            Existia um inimigo odiado por todos que motivou que o sentimento em geral fosse favorável a essa entrada nessa guerra. Hitler conseguiu unir capitalistas e comunistas contra o exercito nazista.
            Muitas imagens desta guerra sangrenta foram dirigidas por esses diretores Capra, Stevens, Ford, Huston e Wyler e por isso o documentário foca como era o trabalho deles diante do conflito com proporções mundiais. Depois que a guerra acaba, os mesmos cineastas ficam meio perdidos para se adaptar a volta aos filmes de ficção.
            
            São três episódios, o primeiro: The mission begins mostra como os EUA se colocou até a entrada na guerra, depois do ataque de Pearl Harbor. O segundo: Combat zones, onde se mostra como se pensou o cinema para mostra como o negro era importante para a nação e como ele atuava no combate e dentro do país era massacrado pelo ódio racista. Nesse episódio ainda, o olhar que é escolhido para os documentários, que seria um olhar de ódio contra o nazismo e não contra o povo alemão, como um todo.
            No terceiro episódio: the price of victory retrata além do dia D, as cenas de Dachau que ajudaram no julgamento de Nuremberg e o pós guerras desses diretores.
            Depois de todos esses comentários você já pode tirar suas próprias conclusões e na curiosidade quem sabe olhar um desses filmes antigos desses diretores consagrados, tem comédia, filme mudo, drama, de tudo um pouco.
            Agradecimentos a toda audiência deste podcast. Edição e narração Carlinhos Alves, na busca por desbravar o mundo imaginário, às vezes real e duro e às vezes poético e belo, abraço e até uma próxima vez.