sábado, 14 de outubro de 2017

7 vitórias da seleção brasileira em solo cearense


       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

           

       Hoje vamos resgatar as sete vitórias da seleção brasileira na Arena Castelão em Fortaleza, foram jogos amistosos, Copa das Confederações, Copa do Mundo e Eliminatórias da Copa. A cidade sempre foi pé quente para o esquadrão canarinho.
       Era noite de 27 de agosto de 1980, não existia ainda Youtube, nem estava expandido ainda a TV a Cabo, o bom era ouvir as partidas no rádio, ou ir ao Estádio, foi o que 118.496 pagantes fizeram ao irem a Arena Castelão (na época com o nome ainda de Estádio Plácido Castelo), o Brasil entraria em campo com Carlos, Getúlio, Oscar, Luizinho e Júnior, Batista, Pita (Paulo Isidoro) e Renato, Tita, Sócrates (Baltazar) e Zé Sérgio. O técnico era Tele Santana. O Uruguai era formado por Rodolfo Rodriguez, José Hermes (José Anibal), Walter Oliveira, Hugo de Leôn, Victor Diogo, José Barrios, Nelson Agresta (Ariel Krasowski) e Eduardo de La Peña (Arcenio Luzardo), Ernesto Vargas, Valdemar Victorino e Venancio Ramos, técnico: Gastón Roque Máspoli. O único gol do jogo foi de Getúlio aos 30 minutos do segundo tempo.
            

            Em 10 de maio de 1989, o Brasil voltava a pisar o solo alencarino, para mais um amistoso dessa vez contra o Peru, em preparação a Copa América que seria vencida pela seleção brasileira, naquela final contra o Uruguai no Maracanã com show de Romário. A seleção canarinha comandada por Sebastião Lazaroni, entrou em campo diante de 72.426 pagantes, com Acácio, Jorginho, Marcelo Djian (Mauro Galvão), André Cruz, Mazinho, Zè do Carmo (Cristovão), Bismarck e Bobo (Zé Carlos), Bebeto, Charles Baiano (Vivinho) e Zinho (Edu Manga). Já o Peru dirigido pelo ex-ponta do Santos e da seleção do Brasil era formado por Cézar Chavez, Leonardo Rojas, José Del Solar, Pedro Requenã, Vidales (Talavera), José Carranza, Luis Alberto Reyna (Ramirez) e Javier Chirinos (Rodriguez), Cervera (Balazar), Eduardo Muñoz (Falcon) e Carlos Torres. Aos 9 minutos do primeiro tempo Zé do Carmo abriu o placar, Bebeto, aos 22 ampliou, já no segundo tempo aos 9 minutos Charles Baiano fez 3 x 0, aos 17 Carlos Torres descontou para os peruanos e novamente Charles Baiano aos 36, deus números finais a partida, Brasil 4 x 1 Peru.
           
            Era uma quarta-feira, 26 de fevereiro de 1992, depois da novela começava mais um capitulo da história de amor entre a seleção brasileira e o Estádio Castelão. O consagrado arbitro cearense Luiz Vieira Vilanova apitou a partida. O técnico Carlos Alberto Parreira estava preparando a equipe para as Eliminatórias e para o futuro Tetra campeonato escalada com Carlos, Luis Carlos Winck (Cafu), Antônio Carlos, Ronaldão (Torres) e Roberto Carlos, César Sampaio (Mano), Luis Henrique e Rai, Bebeto (Valdeir), Muller (Evair) e Elivélton. Os norte-americanos treinados por Velibor “Bora” Milutinovic, foram a campo com Tony Meola, Robbie Savage, Fernando Clavijo(Ibsen), Marcelo Balboa e Michalik, Bruce Murray, Quin e Chris Henderson (Acosta), Toby Ramos, Hugo Pérez (Kinnear) e Peter Vermes (Stewart), olha ai o Zago fez um gol aos 30 minutos do primeiro tempo, depois Rai duas vezes no segundo tempo fechou o placar, Brasil 3 x 0 EUA.
           

            Em 1995, eu tinha 15 anos na data do jogo do Brasil contra a Eslováquia, era um sonho de criança ver minha seleção jogar e lá foi eu, para o Estádio Castelão, ver com meus olhos a nossa canarinha, vista tantas vezes pela frieza do monitor. Como já existia a TV ao vivo, apenas 51.985 pagantes foram ver o nosso selecionado verde-amarelo, outro cearense consagrado na arbitragem apitou a partida, Dacildo Mourão. Zagalo era nosso coach, mais uma vez e mandou a campo, Taffarel, Cafu, Aldair (Ricardo Rocha), Márcio Santos, Branco (André Luiz), Leandro Ávila, Dunga, Souza (Yan), Juninho Paulista, Bebeto, Sávio (Túlio Maravilha), Josef Venglos veio com Ladislav Molnar, Dusar Tittel, Tomaz Stupala, Marian Zeman, Ivan Kozak, Julius Simon (Viliam Hyravy), Robert Tomaschek, Vladimir Weiss (Marek Ujlaky), Vladimir Kinder, Vladislav Zvara, Lubomir Luhovy (Pavol Gostic). Os gols da partida foram marcados por, Souza, Bebeto duas vezes, Túlio Maravilha e Márcio Santos. Essa equipe que venceu por 5 x o a Eslováquia seria campeã da Copa América, mais uma vez a cidade de Fortaleza daria sorte a nossa seleção brasileira de futebol.
                       Em 2013 todos já conhecem essa convulsão que foi no Brasil, às manifestações conhecidas como Jornadas da Juventude. Eu como amante do futebol já tinha comprado meu ingresso para assistir ao vivo na agora sim reformada para Copa do Mundo, Arena Castelão. Enquanto eu seguia para o Estádio eu encontrava amigos e colegas de faculdade, com suas camisas e bandeiras de protesto para fazer a manifestação contra a Copa das Confederações, e foi aquela emoção no hino brasileiro que depois de uma primeira parte tocada pelo som a segunda parte foi marcada pela capela que emocionou a todos.
        
            Um país “dividido”, mas que se uniu em alguns minutos. Eu fiquei no setor inferior atrás do gol do México. 57 mil pessoas estavam presentes foi de arrepiar. O coach no Brasil era Felipão, que mandou a campo, Júlio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz, Marcelo, Luiz Gustavo, Paulinho, Oscar (Hernandez), Hulk (Lucas), Neymar Jr e Fred (Jô); nosso adversário treinado por José Manuel de la Torre veio com uma equipe forte, formada por José Corona, Hiram Mier, Francisco Rodriguez, Héctor Moreno, Jorge Torres (Barrera), Carlos Salcido, Gerardo Torrado (Jimenez), Gerardo Flores (Herrera), Andrés Guardado e Giovani dos Santos e Javier Chicharito. Foi muito emocionante aquele gol do Neymar aos 9 minutos do primeiro tempo, fora da área, eu estava como disse atrás do gol Mexicano e vi de perto um golaço do ídolo do PSG. Depois no fim do jogo o gol de Jô fechou o placar. Basil 2 x 0 Mexico.
           
            A partida seguinte do Brasil, na Arena Castelão foi contra a Colômbia já na Copa do Mundo da Fifa, um dia bonito, mas também trágico com a contusão de Neymar e sua exclusão da competição, o desenrolar você já deve conhecer. Mas naquela tarde em Fortaleza, o técnico Luiz Felipe Scolari escalou Júlio César, David Luiz, Thiago Silva, Maicon, Marcelo, Oscar, Paulinho (Hernanes), Fernandinho, Hulk (Ramires), Fred, Neymar (Henrique). O técnico José Pekerman veio com Ospina, Cristian Zapata, Yepes, Zuniga, Armero, James Rodrigues, Guarin, Quadrado, Juan Quintero, Carlos Sanchez, Ibarbo, Adrian Ramos, Téo Gutierrez e Bacca. Os gols do Brasil foram dos zagueiros David Luiz e Thiago Silva, já a Colômbia marcou com James Rodriguez.
          
            Para finalizar o nosso podcast, mais uma lembrança de minha ida a Arena Castelão, no dia 13 de outubro de 2015, ver Brasil e Venezuela pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2018. Para quem já tinha ido a Copa do Mundo e Copa das Confederações uma partida para mim foi bem comum. Ainda era Dunga no comando e 38 mil pessoas foram ver esse jogo. A seleção veio para esse jogo com Alisson, Daniel Alves, Miranda, Marquinhos, Filipe Luis, Luis Gustavo, Elias, Oscar (Lucas Lima), Willian, Douglas Costa (Kaká) e Ricardo Oliveira (Hulk), já a Venezuela do técnico Noel Sanvicente veio ao gramado com Alain Baroja, Roberto Rosales, Oswaldo Vizcarrondo, Fernando Amorebieta, Gabriel Cichero, Tomás Rincon, Luis Manuel Seijas, Ronald Vargas (Figuera), Alejandro Guerra (Murillo), Christian Santos, Salomon Rondón. O jogo foi de 3 x 1 para o Brasil gols de Willian duas vezes e Ricardo Oliveira e para os venezuelanos, Christian Santos.
                      É claro que em jogos da seleção brasileira houveram empates e derrotas, como aquele jogo das faixas em 2002 que o Brasil perdeu de 1 x 0 para o Paraguai e o empate na Copa do Mundo de 0 x 0 contra o México, mas em geral sempre foi bom para a seleção brasileira jogar em Fortaleza.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:















sábado, 7 de outubro de 2017

Ceará: Série B (2012-2016) anos de quase subida para Série A e quase queda para Série C


       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

          



       Era dia 04 de dezembro de 2011, os bares da cidade de Fortaleza estavam cheios de alvinegros, torcedores do Ceará acompanhando pela tela da TV, o jogo contra o Bahia, na luta contra o rebaixamento. O Vozão tinha que ganhar e torcer pela derrota do Cruzeiro. Em Pituaçu, 32 mil pessoas viram o clube baiano vencer o alvinegro de Porangabussu por 2 x 1, gols de Camacho e Lulinha para o Bahia e Felipe Azevedo para o Ceará. Na Arena do Jacaré em Sete Lagoas, em um jogo corporativo, o Cruzeiro contou com a ajuda do seu adversário principal Atlético (MG) e por 6 x 1 garantiu permanência na Série A em jogo de compadres.
       Em 2012, a ressaca da queda ainda rondava o vozão, a equipe terminou em 11° lugar com 47 pontos, 12 vitórias, 11 empates e 15 derrotas. O encerramento foi contra o Vitória (BA) em um empate 1 x 1 no Barradão. Para quem queria voltar a elite do futebol brasileiro, uma derrota logo na estréia contra o América por 2 x 1, já dava um prognostico do que ia acontecer durante aquele ano. A vitória alvinegra só aconteceu na quinta rodada em cima do ABC (RN), 4 x 2. Teve vitória também contra o Atlético (PR), 1 x 0, Betim (MG) 2 x 1 e ASA 3 x 2, mas as derrotas, de 1 x 0 diante do Paraná, 2 x 1 Avaí (SC) 3 x 1 para o Vitória (BA), complicaram a situação alvinegra, apesar das vitórias de 3 x 1 sobre o América (MG), 1 x 0 Guarani (SP) e 4 x 3 sobre o Joinville (SC), com destaques aqui para Itamar, Misael, Juca e Robert. O time do vozão tinha jogadores como Fernando Henrique, Apodi, Luizão, Daniel Marques e Márcio Careca.

          

           

            Em 2013, o Ceará começou ganhando logo na segunda rodada, 1 x 0 contra o Paysandu (PA), foi vencer novamente só na oitava rodada, por  4 x 1 o ASA (AL), gols de Anderson, Magno Alves (2) e Douglas. Na 11° rodada nova vitória dessa vez contra o Chapecoense (SC), por 3 x 1, gols de Magno Alves e Anderson. As derrotas de 1 x 0 para o Atlético (GO), 2 x 1 para o Sport PE) e 2 x 1 para o Figueirense deram a tônica desse ano, em que o Icasa quase subiu e o Ceará ficou brigando até as últimas rodadas, chegou um momento que os dois clubes cearenses tiveram chances reais de subir juntos.
            O próprio vozão venceu o Icasa por 1 x 0, o Bragantino por 5 x 3 e Atlético (GO) 3 x 1, além de 4 x 1 no Sport (PE), mas a derrota por 4 x 1 para o Palmeiras (SP) na penúltima rodada praticamente jogou um balde de água fria nas pretensões alvinegras de voltar logo a Série A. O Palmeiras não tomou conhecimento do time cearense, apesar de Magno Alves abrir o placar, depois vieram os gols de Sebastian, Charles, Alan Kardec e Weverson. O Ceará dirigido por Sérgio Soares foi a campo com Fernando Henrique, Marcos, Gustavo, Ricardo, João Marcos, Wellington Silva, Lulinha, Ricardinho, Mota e Thiago Humberto.

          

           
            Nesse ano de 2013, o Ceará acabou em sétimo lugar com 59 pontos, com apenas um ponto do 4° lugar, o Figueirense que acabou subindo.
            No ano seguinte, o Ceará acabou em 8° lugar, com 57 pontos, 16 vitórias, nove empates e 13 derrotas. Quem se lembra bem desse ano, o vozão foi arrasador no primeiro turno e terminou liderando sobre o comando de Sérgio Soares com 35 pontos. Para chegar essa conquista simbólica, o vozão venceu o Oeste 1 x 0, 2 x 1 Paraná, 1 x 0 América (RN), 3 x 2 Ponte Preta, 4 x 0 Vila Nova (GO), 2 x 1 Bragantino, 2 x 1 Icasa (CE), 3 x 2 Santa Cruz (PE), 2 x 0 Atlético (GO) e 3 x 1 Luverdense com dois gols de Bill e Magno Alves. Era o ano do centenário alvinegro e o presente que a torcida queria era o acesso. Equipe base formada por Jailson (hoje Palmeiras), Samuel Xavier, Anderson, Alex, João Marcos, Vicente, Eduardo, Ricardinho, Bill e Nicão (hoje Atlético PR).
            No returno de 2014, as derrotas de 2 x 1 Naútico (PE), 3 x 0 Joinville (SC), 2 x 1 Icasa (CE), 2 x 0 Santa Cruz (PE) e 3 x 1 Boa (MG) acabaram com as chances alvinegras naquela competição. O mesmo Luverdense que o vozão venceu, ele acabou sendo derrotado por 2 x 1 e dando adeus. Mas temos o destaque ainda na 35° rodada a vitória do Ceará como consolo sobre o Vasco

           

            No ano de 2015, o Ceará venceu o Macaé de 1 x 0, gol de Rafael Costa, numa arrancada incrível nas últimas rodadas com vinda de Luis Carlos (Lisca).

         

 

             O time base alvinegro era de Everson, Cametá, Sandro, Charles, Andre, Victor Luis (hoje Botafogo), João Marcos, Ricardinho, Rafael Costa, Wescley e Alex. Realmente o Ceará não começou bem a Série B de 2015, Acabou terminando com 45 pontos, em 15° lugar, 12 vitórias, nove empates e 17 derrotas.
            Quando o Ceará estreou perdendo de 1 x 0 para o Paraná, comandado por Silas Pereira, tinha sido Campeão da Copa do Nordeste e estava bem na Copa do Brasil, mas a equipe que era formada por Luis Carlos, Cametá, Gilvan, Charles, Sandro, Eron, Uilliam Correia, Assinzinho, William, Marcos Aurélio e Wescley, foi caindo de produção e perdeu para o Paysandu (PA), 2 x 1, 2 x 0, Náutico (PE) e 1 x 0 Bahia (BA). Na nona rodada, o Ceará perdeu por 2 x 0 pelo Oeste e Silas caiu do comando alvinegro. Geninho assumiu a equipe e ficou apenas oito jogos a frente do vozão com apenas duas vitórias e deixou o Ceará na lanterna da competição com 11 pontos
            Na 17° rodada, Marcelo Cabo assumiu e já estreou perdendo por 2 x 1 para o Vitória (BA) e América (MG) 2 x 0, todos jogos em casa, depois venceu fora de casa o Macaé 2 x 1 e 4 x 3 o Paraná, parecia ai a recuperação alvinegra, mas as derrotas de 3 x 2 para o Atlético (GO), Sampaio Correia 1 x 0, Santa Cruz 2 x 1 e 1 x 0 Luvendense, o treinador foi demitido e assumiu imediatamente Lisca, que estreou vencendo fora de casa o Botafogo (RJ)  por 1 x 0, Boa (MG) 2 x 1, Mogi Mirim 2 x 0, ABC (RN), 3 x 0 e 3 x 0 Bragantino (SP). O Ceará se manteve na Série B.

           

            Finalmente na Série B de 2016, o Ceará mais uma vez terminou o primeiro turno na liderança com o mesmo técnico da última vez, Sérgio Soares.  Até chegar a essa liderança parcial, que culminou com o empate em 0 x 0 com o Vasco, na 19° rodada, o alvinegro cearense venceu, o CRB por 3 x 0, o Goiás (GO) 2 x 1, 3 x 2 Sampaio Correia (MA), 1 x 0 Londrina (PR), 3 x 0 Brasil (RS), 1 x 0 Oeste (SP), 2 x 1 Naútico (PE), 1 x 0 Bahia (BA), 1 x 0 Cricuma (SC), 4 x 3 Vila Nova (GO). No returno começou a queda de rendimento e as derrotas para Paysandu (PA), 2 x 0, Goiás 2 x 0, Náutico (PE), mas o que foi o diferencial alvinegro que travou a campanha do time me busca de um acesso, foi o número excessivo de empates.

         

            O vozão terminou no meio da tabela com 54 pontos, 14 vitórias, 12 empates e 12 derrotas, nove pontos atrás do Bahia (BA), quarto lugar que subiu, o time base que encerrou a competição perdendo para o Vasco (RJ) foi Everson, Cametá, Andrevaldo, Eduardo, Richardson, Felipe, Ewerton, Felipe Menezes, Bill, Wescley e Lele. No momento da gravação deste podcast, o Ceará está no G4 da Série B 2017 na busca para subir a  Série A.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:

















quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Gotham (3° temporada) Netflix (Fox)

Listen to "Gotham (3°Temporada) Netflix (Fox)" on Spreaker.


                
            Bom dia, Boa tarde, Boa Noite, meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza, com mais uma edição do podcast, O Literato, com resenhas de livros, comentários sobre filmes e séries baseados em literatura escrita, além de entrevistas, de memórias culturais e histórias de músicas e poesias que marcaram todas as épocas.
            No 8° podcast, vamos falar sobre a terceira temporada de Gotham série americana criada por Bruno Heller, que estreou na FOX em 2014. Essa temporada foi assistida pelo Literato, no caso eu, no mês de setembro de 2017 na Netflix.
            Essa terceira temporada se tornou para mim a mais completa e melhor em relação às outras duas, porque nela você vê realmente tudo sem sentido em Gotham City. Os personagens como Selina (Mulher Gato), Ed Ngyma (Charada), Oswald (Pinguim), Jerome (Coringa), o próprio Bruce Wayne (Batman) vão começando a encontrar seu destino que os marcará por toda a vida. Sem deixar a desejar, a participação de Leslie Thompkins, Fish Money, Chapeleiro Louco, Alfred.
             Se na primeira temporada o foco eram as máfias que dominavam o cenário, com Carmine Falcone, Salvatore Maroni e o entorno da morte de Thomas e Martha Wayne e o surgimento de Gordon para investigar os crimes, ao lado do seu parceiro, na segunda temporada, The Galavan é o personagem principal em busca de vingança contra os Wayne. Ai já aparece o Dr Strage e suas experiências de ressuscitação de vilões.
            Muitas coisas parecem não fazer sentido, o vírus lançado sobre a cidade deixa todo mundo louco, uma sociedade secreta que comanda todos em Gotham, a Corte das Corujas.
            Parece que nada vai ser concluído e a solução dos problemas será nula, mas no fim tudo dar certo e Gordon, deixa de ser o caçador de recompensas e volta a polícia. Bruce Wayne começa a dar sinais de evolução e aparece algo que pode ser o principal de seu heroísmo como futuro justiceiro.

            Realmente tenho que admitir que dentre as séries baseadas em quadrinhos no caso da DC Comics essa é a melhor que já vi. É criada uma realidade que antecede o Batman,de uma forma que faz bastante sentido.
            O ator principal Bem McKenzie, que interpreta James Gordon, nasceu em Austin em 1978, já fez participações em Southland, The O.C. Se na série poderemos ter surpresas em relação ao romance do detetive com Leslie, na vida real, ele é casado com a atriz que interpreta a sua colega de polícia, a atriz Morena Baccarin, que é uma atriz brasileira, que nasceu no Rio de Janeiro em 1979, ano que eu nasci por sinal. Ela já participou de Homeland, Serenty, Deadpool.
            Como a construção dos personagens na maioria dessa série é uma inovação, pois é a criação de um mundo anterior ao Batman que não tem muitos elementos, os roteiristas capricharam na criatividade e trouxeram bastante elementos interessantes vale a pena conferir.
            Sem querer deixar para vocês qualquer pista da série, ou espolies, quero indicar essa série que se supera a cada temporada  .
Agradecimentos a toda audiência deste podcast. Edição e narração Carlinhos Alves, na busca por desbravar o mundo imaginário, às vezes real e duro e às vezes poético e belo, abraço e até uma próxima vez.

            

sábado, 30 de setembro de 2017

Campeonato Baiano de 2011, Bahia de Feira campeão com Arnaldo Lira


       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
       Em 2011, a hegemonia de Bahia e Vitória foi quebrada, com uma surpresa no Campeonato Bahiano vencido pelo Bahia de Feira e com um treinador bastante conhecido no futebol cearense: Arnaldo Lira.
       O Campeonato Bahiano de 2011 contou com 12 equipes, foi disputado de 15 de janeiro a 15 de maio, com 114 partidas e 314 gols. Os artilheiros da competição foram Geovanni (Vitória), Sassá (Ipitanga).
            Foram dois grupos de seis cada, se enfrentando entre si, em dia e volta, se classificando os quatro melhores da cada grupo depois mais dois grupos de quatro, passando mais dois de cada para a semi-finais.
            O Bahia de Feira estava no Grupo 1 e terminou a primeira fase, com 23 pontos na liderança, na frente do Bahia, que acabou com 20 pontos. A primeira vitória do time de Arnaldo Lira foi no dia 23 de janeiro de 2011, por 2 x 0 diante do Camaçari, gols de Osmar e Carlinhos, resultado que se repetiu na terceira rodada, contra o Serrano, gols de João Neto e novamente Carlinhos. Na décima sexta rodada, no dia 03 de abril, uma vitória contra o Bahia por 1 x 0, gol de João Neto, deu moral a equipe, para seguir em frente. Na décima oitava rodada, no dia 17 de abril, o 3 x 1, contra o Atlético de Alagoinhas, gols de Carlinhos, Bruninho e Diones.
            Participante do Grupo 3, o Bahia de Feira novamente liderou e com 12 pontos garantiu vaga nas semi-finais.
            Foram dois jogos contra o Serrano.  No primeiro jogo, Carlinhos foi o destaque com dois gols e o Bahia de feira venceu por 2 x 1   em Vitória da Conquista.
           
            Na partida de volta, o empate de 1 x 1 classificou a equipe de Feira de Santana, para a grande final.
            No dia 08 de maio de 2011, diante de 10 mil pessoas, no Jóia da Princesa, o primeiro jogo da final, não passou de um empate, em 2 x 2, com gols de Diones e Carlinhos, para a equipe de Feira e Elkeson e Reniê, para o Vitória.
            

            Na partida decisiva, no dia 15/05/2011, no Barradão, para 22 mil pessoas, Vitória comandada por Antônio Lopes foi escalada, por Viáfara, Nino, Alison, Renié, Eduardo Neto (Leo); Ueliton, Esdras, Mineiro, Elkeson, Geovanni (Neto Baiano) e Nikão (Rildo), já o Bahia de Feira comandado por Arnaldo Lira estava escalado com Jair, Edson, Paulo Paraiba, Alex Alagoano, Alysson, Lau, Diones, Rogério, Bruninho, Carlinhos e João Neto.
            O Vitória largou na frente com Geovanni, aos 15 minutos, Alysson empatou aos 45 minutos ainda da etapa inicial e João Neto, aos 21 minutos da etapa final fez o gol do título. A primeira conquista do Bahia de Feira de Santana.
                   Como jogador Arnaldo Lira foi revelado pelo CRB (AL), passou pelo Bangu (RJ), Santa Cruz (PE), Criciúma (SC), Joinville (SC), Avai (SC) e Acadêmica de Coimbra (POR).
            Vamos relembrar o título dele como jogador em 1986, no Campeonato Cearense pelo Ceará Sporting Club. O vozão tinha jogadores como Salvino, Argeu dos Santos, Lula Pereira, Hamilton Rocha, Rubens Feijão, Gerson Sodré e Petróleo.
            Foram 10 equipes participando da competição, Rubens Feijão foi o artilheiro com 30 gols. No primeiro turno, as principais vitórias alvinegras foram 4 x 0 no Calouros do Ar, mesmo placar contra o Icasa, 5 x 0 contra o Quixadá, como a equipe alvinegra terminou na liderança com 15 pontos, seis vitórias, três empates garantiu vaga na grande final do turno, o Fortaleza venceu a segunda fase e decidiu contra o Ceará, com dois empates o alvinegro de Porangabussu levou a melhor.
            No segundo turno, o vovô venceu 8 x 1 o Icasa e 3 x 0 o América. O Fortaleza acabou vencendo esse segundo turno e foi definir contra o Ceará o Campeonato Cearense de 1986.
            O jogo decisivo aconteceu no dia 24/08/1986.

                        Como treinador Arnaldo Lira, ainda passou por Pasandu  (PA), Sampaio Correia (MA), Ferroviário (CE), Moto Clube (MA), Maranhão (MA), ABC (RN), União São João (SP), Comercial e Treze (PB). No Ferroviário ele barrou Mário Jardel. No Ceará como treinador eu me lembro porque estava lá contra a Tuna Luso (PA), um 2 x 1 e o livramento de ir para Série C e o Lira brigou até com juiz. Foi o ano de 1996.
           
            Lira sempre foi polêmico e quis barrar Júnior Xuxa, mas acabou dançando, sendo dispensado.
            Youtube: Confusão: sai Lira, volta Júnior Xuxa
            Grande momentos desta figura marcante do futebol.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:








sábado, 23 de setembro de 2017

Copa São Paulo de 2001 e Campeonato Brasileiro Série D 2013, os principais títulos de Marcelo Vilar


       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
       Vida de treinador é assim mesmo, quando o resultado vem, ele mantém o emprego, se as derrotas acontecem o primeiro nome a ser lembrado como responsável pelos fracassos também é dele. Marcelo Vilar, técnico, natural de Fortaleza, deixou o ASA, no dia 04 de setembro de 2017, pouco tempo antes do fim da primeira fase da Série C, com a equipe de Arapiraca rebaixada de divisão, mas a carreira do comandante cearense é de muito êxito e hoje vamos conhecer melhor essa sua trajetória.
       Em 2001, Marcelo Vilar foi contratado pelo Roma Barueri, para comandar a equipe na, para comandar a equipe na 32° edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Com 72 equipes a competição, aconteceu entre os dias 4 e 25 de janeiro, 126 partidas, 458 gols.
            O Roma estava no Grupo P e saiu na liderança com 7 pontos, ao vencer o Auto Esporte, por 6 x 0; empatar 1 x 1 com o Goiás e vencer o Botafogo por 3 x 0.  Nas oitavas de final, O Barueri venceu o Guaratingueta por 3 x 1, depois nas quartas de final, foi 2 x 1 sobre o Grêmio e na semi-final,  o Bragantino por 5 x 3.
            Na final, no dia 25 de janeiro de 2001, a equipe comandada por Marcelo Vilar, entrou em campo no Pacaembu, contra o São Paulo, escalada com Gleidson, Itabuna, André Astorga, Marcão e Rogerinho; Daniel, Caldeira, Alex Sorocaba e Evanardo; Jefinho (Ednardo) e Thiago (Walney).

            No tempo normal, o jogo acabou 4 x 4, a decisão foi para as penalidades e acabou sendo 6 x 5, o primeiro e até hoje único título do Roma Barueri na Copinha.
           
            Em 2013, Marcelo Vilar, estava no Botafogo (PB), na disputa da quarta divisão. A competição, com 40 equipes teve 190 partidas e 489 gols, Ademilson do Tupi (MG) fez 12 gols e se tornou artilheiro do certame.
            O Botafogo estava no Grupo A4 e saiu líder da primeira fase com 17 pontos, em oito jogos e cinco vitórias, dois empates e uma derrota, com 14 gols pró e sete gols contra. Entre as vitórias da equipe paraibana estão, sobre o CSA 2 x 0 e Juazeirense 4 x 2. Nas oitavas de final, foram uma derrota 3 x 1 pelo Central, e uma vitória pelo mesmo placar e foi aos pênaltis por 5 x 3.
            Nas quartas de final, duas vitórias por 2 x 1 e 1 x 0 sobre o Tiradentes, nas semi-final, duas vitórias sobre o Salgueiro 2 x 1 e  2 x 0.
            Na final, depois de uma derrota de 2 x 1 para o Juventude fora da casa, a decisão foi no dia 03 de novembro de 2013, no Estádio Almeidão com 19.619 pagantes a equipe de Marcelo venceu o Juventude de Lisca por 2 x 0, com Remerson, Ferreira, André Lima, Mário e Celico; Zaquel, Doda, Pio (Hércules) e Lenilson (Izaias); Rafael Aidar e Fausto (Warley).

            Foi mais um título de Marcelo Vilar, que é formado em Educação Física, teve inicio de sua carreira em 1984, mas profissionalmente estreou em 1996 pelo Itapipoca, passou ainda pelo Ceará, Fortaleza, Ferroviário, Uniclinic, River, Icasa, Adap Galo Maringá, Central, Mixto, Sergipe e até Palmeiras como interino em alguns jogos em 2006.
            Outros títulos importantes do treinador foi a Copa Paraiba em 2009, Campeonato Paraibano 2010 e 2011, todos pelo Treze (PB).
            Em 1999, o treinador dirigiu o Ceará Sporting Club, no Campeonato Cearense, onde o Rômulo do Ferroviário foi o artilheiro com 15 gols.  Na primeira fase o alvinegro de Porangabussu ficou em quinto lugar, numa campanha bem irregular, mas foi à segunda fase, já que de 10 equipes passavam seis. Foram 14 pontos, nove jogos, três vitórias, cinco empates e uma derrota. Venceu o Quixada 2 x 1, o Uniclinic 3 x 1, o Uruburetama 2 x 1.
            Na segunda fase a competição foi dividida em dois grupos de três participantes cada, se enfrentando Grupo A x Grupo B. Passando o líder de cada grupo para a final do turno. Ceará e Fortaleza lideraram seus grupos e se enfrentaram, em dois jogos, o Fortaleza venceu 2 x 1, o primeiro jogo, o Ceará venceu 1 x 0, o segundo jogo e nos pênaltis o vozão venceu 3 x 2.
            No segundo turno foram dois grupos de cinco participantes. O Ceará terminou em terceiro lugar e passou de fase com 10 pontos, 2 vitórias, quatro empates, 2 derrotas. Venceu o Fortaleza 2 x 0.
            Uniclinic, Ceará e Juazeiro foram ao triangular final, que acabou sendo vencido pela equipe do Cariri.
            No terceiro turno, apesar de levar de 7 x 2 do Fortaleza seu maior rival, o Ceará foi campeão do terceiro turno.
            Na final, do Campeonato Cearense de 1999, no dia 21 de julho de 1999, com 18 mil pessoas no Estádio Castelão, o Marcelo Vilar já não era treinador, mas como passou pela equipe foi campeão. A equipe que foi a campo já comandado por Arnaldo Lira, com Jefferson, Paulinho, Jaime, Valdson, Oliveira, Kel, Gilmar Serafim, Paulo Cesár, Osmar e Januário, Junior Amorim, Regis Pitbull e Robertinho.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
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sábado, 16 de setembro de 2017

Fortaleza: e o inferno de oito anos na Série C do Brasileirão


       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
       Enquanto você ouve esse podcast, o Leão está em mais uma tentativa de sair da Série C e chegar a Série B. Foi em 2009, quando o Vasco foi campeão, o Ceará subiu para Série A e Elton (Vasco da Gama), que hoje está no vozão foi artilheiro com 17 gols, ao lado de Marcelo Nicácio que jogava no Fortaleza e hoje está no Icasa. No dia 27/11/2009, o tricolor do Pici empatou em 1 x 1 com o Paraná e com 38 pontos em 18° lugar foi rebaixado. Hoje veremos esses anos do Fortaleza no “inferno” da Série C.

       Em 2010, o Fortaleza seria Tetra campeão cearense, ao vencer nos pênaltis o maior rival. O que parecia uma motivação para que a campanha na Série C fosse boa e viesse o retorno para a Série B, foi um primeiro ano de uma sequencia de anos de tormentos.
            O Leão estava no Grupo B e logo na estréia, empatou em 0 x 0 em casa contra o Águia de Marabá, apesar de vencer o São Raimundo (PA), duas vezes por 3 x 2 e 2 x 1, mas não foi suficiente e o time cearense terminaria sua participação em  terceiro lugar no Grupo A, com 12 pontos igual ao Águia, mas com uma vitória a menos. O ABC acabou se sagrando campeão e subiu para a Série B, com Ituiutaba, Criciúma (SC) e Salgueiro.

            
            Em 2011, o Fortaleza estava no Grupo B, ao lado de América (RN), CRB, Guarany de Sobral e Campinense (PB). O time da capital alencarina, mais uma vez não passou da primeira fase. Na estréia a derrota foi diante do CRB, depois em casa, foi vencido pelo América por 3 x 1.Sua vitória só veio na quarta rodada, quando venceu por 3 x 1 o Guarany, com gols de Esley, Carlinhos Bala e Guto. Mas o jogo mais polêmico foi na última rodada, quando a equipe do Ceará estava necessitando da vitória para não ser rebaixado para a quarta divisão e foi assim, com o jogo suspeitíssimo venceu por 4 x 0, o CRB, com gols de Vavá duas vezes, Gustavo Papa e Marcos Goiano.
                     E o Bem Amigos com Galvão Beno foi dedicado a falar sobre a suspeita de o CRB ter deixado o Fortaleza fazer gols.
         

            No ano de 2012, o Oeste, foi o campeão, o Icasa, o segundo e subiu de divisão, junto com Chapecoense e Paysandu.
            Na primeira fase, no Grupo A, o Fortaleza foi superior aos seus adversários e com 39 pontos se classificou fácil. Entre as principais vitórias está a de 2 x 0 diante do Santa Cruz por 2 x 0, na sétima rodada, com gols de Rafinha e Waldison e 4 x 1 sobre o Guarany de Sobral, com gols de Geraldo, Waldison, Jaílson e Guto. E o 3 x 0 sobre o Cuiabá.
            Classificado o Leão enfrentaria pela primeira vez o tormento de um mata-mata, na primeira partida fora de casa, o jogo foi 1 x 1. Mas em casa, diante de 20 mil pessoas no Estádio Presidente Vargas. O Fortaleza escalado com Lopes, Micão, Ciro Sena e Cléber Carioca, Rafinha, Élton, Esley, Geraldo e Guto, Waldison e Assiszinho. O técnico era Vica. E a derrota foi de 3 x 1 e a primeira eliminação na Série C, na segunda fase.
           

            Em 2013, o Santa Cruz foi campeão da Série C e levou junto para a divisão superior, o Sampaio Correia, Luverdense e Vila Nova. O Fortaleza até que tentou, mas não passou da primeira fase, terminou em 5° lugar com 32 pontos no Grupo A. A estréia até que foi bonita venceu o Baraúnas fora de casa, por 4 x 1, dois gols de Assiszinho e Jaílson e depois na terceira rodada ganhou do CRB por 3 x 0. Com uma campanha irregular, a decisão da vaga teve que ser decidida na última rodada.
            No dia 13 de outubro de 2013, 57 mil pessoas lotaram a Arena Castelão e a equipe comandada por Luiz Carlos Martins estava escalada com Flávio, Eduardo Luiz, Fabrício, Charles e Marinho Dozinete, Esley, Jackson Caucaia (hoje no Ceará), Assiszinho e Waldison e Robert. Quem diria que depois de vencer de 2 x 0, com gols de Waldison e Guaru, aos 32 minutos do segundo tempo, Arlindo Maracanã diminuiu e  Paulo Sérgio, aos 47m finais empatou e eliminou o Leão.
    

            Ano de 2014, o Brasil amargou o quarto lugar na Copa do Mundo em casa e uma goleada de 7 x 1 para a campeã Alemanha. O Fortaleza perdeu a final do Campeonato Cearense para o seu principal rival.
            Na Série C, o sofrimento continuou. Macaé campeão, com Paysandu, Mogi Mirim e CRB, na sequencia. Com uma primeira fase impecável, o tricolor de aço terminou em primeiro lugar, com 35 pontos e vitórias importantes como contra o Salgueiro fora de casa, 1 x 0, gol de Robert. e 3 x 1 também fora contra o ASA.
            No mata-mata mais uma vez, o Fortaleza empatou fora de casa, 0 x 0 e foi decidir em casa com o Macaé, na Arena Castelão diante de 62 mil pessoas, comandado por Marcelo Chamusca (hoje no Ceará), a equipe estava escalada com Ricardo, Tiago Cametá, Genilson, Adalberto, Fernandinho, Walfrido, Corrêa, Marcelinho Paraíba, Ricardo, Robert e Waldison.Jubá fez para a equipe carioca, aos 46° do 1° tempo, Waldison empatou para o Leão aos 36° do segundo tempo, mas não foi suficiente mais uma eliminação.
                   Vila Nova, Londrina, Tupi e Brasil de Pelotas subiram para a Série B. Ano de 2015, mais uma página da luta do Leão pelo acesso, sexta tentativa. E de novo uma primeira fase no Grupo B, com liderança com 36 pontos e vitórias importantes. 2 x 0 sobre o Icasa em Juazeiro, gols Rodrigo Almeida e Aldaberto e 3 x 0 sobre o Botafogo (PB), gol de André Lima, Maranhão e Everton.
            No jogo de ida, o Brasil de Pelotas venceu por 1 x 0. Na volta diante de 63 mil pessoas, um zero a zero teimoso e mais uma eliminação em casa. Com Marcelo Chamusca de novo no comando.

                       Ano passado, 2016, houve o golpe que parou o Brasil e tirou uma presidente eleita do poder, por uma quadrilha, segundo o Ministério Público, que acusou Temer, como chefe de uma organização criminosa que fez o processo para tirar Dilma, como uma forma de barrar a justiça.
            Não foi surpresa novamente o que aconteceu com o Fortaleza. Uma novela que se repetiu seguidamente por sete anos e que contra o Tupi (MG) em 2017 se queria diferente, mas isso é assunto para outro podcast. Agora vamos para a Série C de 2016, que teve o Boa Esporte (MG), como campeão, seguido de ABC, Guarani e Juventude.
            Seria mais uma liderança, no Grupo A, com 30 pontos e vitórias de 2 x 0 sobre o Confiança fora de casa, com gols de Anselmo e 3 x 0 sobre o América (RN), também fora de casa, gols de Daniel Sobralense, Edimar e Anselmo. Teve um 4 x 1 sobre o Remo, vitória convincente, gols de Daniel Sobralense, Rodrigo Andrade, Corrêa e Juninho.
            De novo, 0 x 0 fora de casa e em casa, 1 x 1, com gol de Pio de falta, que parecia que poderia haver a virada, mas não deu. Diante de novo de 63 mil pessoas, parece uma série do SBT, se repete sempre, mais uma eliminação. Teve muita quebradeira de cadeiras esses anos.

            Foram anos que Jorge Mota, Renan Vieira e tantos outros diretores passaram pelo Leão e não tiveram êxito em levar o tricolor a Série B.
       
            Como eu disse enquanto eu gravo esse podcast e coloco no ar, o Leão decide com o Tupi (MG) sua vida na Série C, 2017 dessa vez joga primeiro em casa e depois decide fora. Quando você ouvir esse programa seu tricolor já pode está até comemorando ou não. Esperamos que sim.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:
           

           






sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Dia das Crianças: doe brinquedo ou dinheiro para realização do evento


​Todos os anos a família Lino, em especial Márcia Lino, realiza no Bairro Santa Fé (Ancuri) região carente de Fortaleza, o Dia das Crianças, com doação de brinquedos, pula-pula, lanche, show de palhaços. São crianças sem condição muitas vezes de ter um brinquedo.
Márcia Lino

A ajuda para realizar esse evento que vai acontecer na Rua do Cruzeiro, próximo a Tenda da Igreja Batista Central se realizará no dia 12/10 a partir das 09h da manhã e se for ajudado por pessoas de bom coração será bem vindo. Pode ser dinheiro ou brinquedo.
Mara Lino

O dinheiro seria para arcar com os custos das atrações, os brinquedos serão as doações para as crianças.