quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Five Came Back




              
            Bom dia, Boa tarde, Boa Noite, meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza, com mais uma edição do podcast, O Literato, com resenhas de livros, comentários sobre filmes e séries baseados em literatura escrita, além de entrevistas, de memórias culturais e histórias de músicas e poesias que marcaram todas as épocas.
            No 6° podcast, vamos falar sobre a série documental Five Came Back, original Netflix (2017) baseado no livro de Mark Harris.
            


            Você já deve ter ouvido falar de a Felicidade não se compra, Bem Hur, Os Melhores anos das nossas vidas. Não? Então já deve ter escutado falar sobre esses diretores de cinema: Frank Capra, George Stevens, John Ford, John Huston e William Wyler? Não de novo? Vixe, então tem que assistir essa série de três episódios narrada por Meryl Streep e que tem os comentários destes consagrados diretores: Steven Spielberg (ET, Parque dos Dinossauros), Francis Ford Coppola (Apocalypse Now, O Poderoso Chefão), Guilhermo Del Toro (A Colina Escarlate, Helboy), Paul Greengrass (Jason Bourne) e Lawrence Kasdan (O retorno de Jedi).
            Capra, Stevens, Ford, Huston e Wyler foram contemporâneos do cinema norte-americano e eram destaques com grandes produções cinematográficas antes da segunda guerra mundial, quando foram convocados a servir as forças armadas, e viram pessoalmente, além de filmarem os horrores da carnificina do conflito. Podemos ver nessa produção da Netflix, como era usado o cinema para diversos fins como propaganda e comoção da opinião pública para que os EUA entrassem na guerra.

            Existia um inimigo odiado por todos que motivou que o sentimento em geral fosse favorável a essa entrada nessa guerra. Hitler conseguiu unir capitalistas e comunistas contra o exercito nazista.
            Muitas imagens desta guerra sangrenta foram dirigidas por esses diretores Capra, Stevens, Ford, Huston e Wyler e por isso o documentário foca como era o trabalho deles diante do conflito com proporções mundiais. Depois que a guerra acaba, os mesmos cineastas ficam meio perdidos para se adaptar a volta aos filmes de ficção.
            
            São três episódios, o primeiro: The mission begins mostra como os EUA se colocou até a entrada na guerra, depois do ataque de Pearl Harbor. O segundo: Combat zones, onde se mostra como se pensou o cinema para mostra como o negro era importante para a nação e como ele atuava no combate e dentro do país era massacrado pelo ódio racista. Nesse episódio ainda, o olhar que é escolhido para os documentários, que seria um olhar de ódio contra o nazismo e não contra o povo alemão, como um todo.
            No terceiro episódio: the price of victory retrata além do dia D, as cenas de Dachau que ajudaram no julgamento de Nuremberg e o pós guerras desses diretores.
            Depois de todos esses comentários você já pode tirar suas próprias conclusões e na curiosidade quem sabe olhar um desses filmes antigos desses diretores consagrados, tem comédia, filme mudo, drama, de tudo um pouco.
            Agradecimentos a toda audiência deste podcast. Edição e narração Carlinhos Alves, na busca por desbravar o mundo imaginário, às vezes real e duro e às vezes poético e belo, abraço e até uma próxima vez.

            

domingo, 13 de agosto de 2017

Carlos Fred, o mito


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

       Ele era torcedor do Fortaleza e daí. Ele narrava com vibração o gol do Ceará, do Ferroviário, do Guarany de Sobral. Sabia reconhecer quando o clube estava jogando bem e principalmente jogando mal, podia ser o seu leão do Pici, ou o Flamengo do Rio de Janeiro, Carlos Fred era assim bem realista sem medo de dizer à verdade que via através dos seus olhos.
       O dia era 17 de outubro de 2016, vítima de um infarto, numa manhã de segunda-feira foi embora uma das vozes mais irreverentes do rádio esportivo cearense, que estava trabalhando em uma equipe nova, com Jussie Cunha no comando, ele tinha uma participação nos comentários na Tribuna Band News, a rádio FM 101,7, que em 20 minutos tudo pode mudar. E mudou mesmo, o narrador Carlos Fred, com experiência em quatro Copas do Mundo (1986, 1990, 1994 e 1998). Tinha 45 anos de carreira, passou pela Ceará Rádio Club e seu auge concerteza foi na equipe da Rádio Verdes Mares 810, comandada por Gomes Farias.
           
            Carlos Frederico Costa, Carlos Fred, do bordão “a bola corre com o tempo” nasceu em 1951, ano do Coelho, no calendário chinês. Foi um período de intensa imigração para o sudeste devido a seca que durou até 1953. Ano que Getúlio Vargas assumiu a presidência da República.
            O Mito começou em 1969 na Rádio Dragão do Mar, passou pela Rádio Uirapuru, foi comentarista da TV Diário. Sobre sua saída do emissora do Grupo Edson Queiroz ele comentou nesse vídeo      ;
                        Esse para mim junto com Júlio Sales, Gomes Farias e Tom Barros, foram os melhores narradores de uma geração que ouvia sempre. Hoje temos Irismar França, Antero Neto, Kaio Cezar, Bosco Farias, J. Rômulo.
            Eu escutava nos últimos anos o Fred na FM Fortaleza, da Câmara Municipal de Fortaleza, comentando uma hora seguida nas manhãs de segunda à sexta-feira, no gogó sem intervalo, um comentário preciso. Ele não se importava em afirmar ser tricolor de aço, mas tratava o Ceará sua torcida com todo respeito. Por isso eu afirmo como é importante assumir o clube que torce do que ficar escondendo e no fim comenta puxando o saco e agente vendo, que certo narrador ou comentarista torce determinado clube.
           
            Exemplos têm de sobra de gente que não se assume. Para mim, o comentarista Wilton Bezerra torce Fortaleza, mas não se assumi. Como Jussie Cunha, que torce leão também e não assume nos microfones. Já J. Rômulo assume ser Ceará. Seria assunto para outro programa. Hoje quero homenagear esse grande narrador Carlos Fred, que deixa triste a sua partida, mesmo com 65 anos, ainda tinha muito a contribuir com o desporto cearense.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:
            Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/1951







           
           















quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Resgate de entrevistas que fiz em aúdio

Ordem aleatoria: São 13 entrevistas que fiz de futebol,  a política falando sobre saúde e também boêmia
11/10/2013:
Entrevista com Samily Girão evento de saúde em Fortaleza:



terça-feira, 8 de agosto de 2017

Nada a Temer?

Livro: Caminhos Marginais capitulo 5 em áudio

Pensando em pessoas com deficiência visual, ou que querem mesmo ouvir o livro na voz de Raquel, enquanto malha, faz viagens extensas, a equipe que cuida da imagem do Romance Caminhos Marginais teve essa ideia de trazer para você essa versão para escutar.


Abaixo segue os links para você comprar a versão PDF ou impressa e ler com tranquilidade a obra completa:

Versão impressa Amazon: https://www.amazon.es/dp/1520526571

 Versão PDF Amazon Kindle: https://www.amazon.com.br/dp/B01N29XMTK
 Versão impressa em inglês Amazon: https://www.amazon.com/dp/1521748195

Versão PDF em inglês Amazon: https://www.amazon.com.br/dp/B073P9C5KV

domingo, 6 de agosto de 2017

Sérgio Alves, o carrasco alvinegro em cima do tricolor


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

       Era de novo na voz de Gomes Farias que eu ouvia a narração do ataque do Ceará e ele se referir a Sérgio Alves, como o atacante dos cabelos esvoaçantes. Aquele pernambucano de cabeleira destacada que muitas vezes deu alegria ao torcedor alvinegro e se recusou a jogar no leão em respeito ao vozão é o nosso destaque de hoje.
       Natural de Recife, Sérgio Alves de Lima nasceu no dia 23 de abril de 1970, destro, com 1,77m. Quando esteve no Ceará Sporting Club, clube que ele mais se destacou ficou conhecido por Carrasco, exatamente por ter marcado 23 gols em 25 partidas contra o maior rival do vovô, o Fortaleza.
            Entre 1990-1991, Sérgio surgiu com a camisa do Sport de Recife, logo foi emprestado ao Central de Caruaru que em um jogo que fez gols contra o próprio Ceará chamou a atenção e logo foi contratado e veio morar na capital do sol. Por aqui ele virou história, com gols e títulos e aquele pênalti que sofreu e Godoy não marcou e mudou a história do futebol brasileiro. Se o Grêmio não tivesse ganho, será que Felipão tinha chegado a seleção brasileira e sido campeão em 2002? Será que Jardel, que no ano seguinte disputou a Libertadores pelo time gaucho teria o destaque que teve?
            O futebol tem dessas situações. Foram 298 jogos e 202 gols com a camisa do Ceará Sporting Club. Passou também pelo Sion (Suíça), Joinville, ABC, Fluminense, Santa Cruz, Bahia, Guarany de Sobral, CRB, Ferroviário, Salgueiro e Pacatuba e Ponte Preta.
            Vamos aos destaques de Sérgio Alves com a camisa do vozão, foram títulos como o Campeonato Cearense de 1993, 1996, 1997 e 2002. O acesso em 2009 para Série A do futebol brasileiro.
            Um dos momentos mais marcantes que eu vi pessoalmente foi o jogo entre Ceará x Tuna Luso, pela Série B de 1996, quando o Ceará estava prestes a cair para a Série C e Sérgio Alves salvou o vozão da queda com dois gols. Era 09 de outubro de 1996. Até Arnaldo Lira se atracou com o arbitro e rolou no tapa com o mesmo pelo gramado do Estádio Presidente Vargas
            Pelo ABC foi campeão potiguar em 1998, 1999 e 2005, e a marca de em todo clássico contra o América de Natal sempre fez gol.
            No Bahia da boa terra, Sérgio Alves foi Campeão do Nordeste duas vezes, 2001 e 2002 e teve destaque como aquele gol de bicicleta sobre o Leão cearense, na vitória de 3 x 2.
            Sérgio Alves foi artilheiro por onde passou, em 2001, fez 21 gols na Série B. Por quatro vezes foi artilheiro do Campeonato Potiguar, 1998, 11 gols, 1999, 18 gols, 2001, 21 gols e 2005, 15 gols., Copa do Nordeste 2002 13 gols.
            Ainda teve passagem pelo Fluminense (RJ) treinado pelo Parreira e que caiu em 1998 da Série B para C e tinha Roger e Magno Alves como destaques.
            Como treinador passou por Ferroviário e Tiradentes. Chegou a comandar o Vozão em passagem rápida depois da demissão de Estevam Soares. Só tem saudades da época que vi Sérgio Alves jogar. Foi praticamente toda minha adolescência na década de 1990, os mais emocionantes a Copa do Brasil de 1994. Ele deixou a marca na semi-final contra o Linhares (ES), gol que deu a classificação para o vozão para a primeira final nacional da sua história.
            E assim a gente vive o futebol na busca por se emocionar, se alegrar, curtir grandes lances e ver jogadas bonitas e jogadores aguerridos como Sérgio Alves.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço
           
           
Fonte:








           
           















domingo, 30 de julho de 2017

Paulino Rocha: um defensor do esporte


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

       Eu desde criança quando comecei a ouvir o rádio da Verdes Mares 810, sempre escutei da boca de Gomes Farias, falar de um comentarista que tinha morrido nos anos 1970, ou anos 1980, chamado Paulino Rocha, que tinha sido deputado. Depois veio aquela Avenida que dá acesso ao Estádio Castelão. Nunca tinha ouvido ele, mas hoje vamos conhecer juntos sua história.
       Fazendo uma rápida pesquisa no Google, você vai encontrar na primeira página algumas informações básicas. Primeiro a APCDEC que tem um texto falando dos 32 anos de saudade do cronista, mas é de 2011, ou seja, já podemos dizer hoje 38 anos de saudade, coincidência é que é a minha idade de vida, já já vamos descobrir isso. Nessa primeira página da internet, tem também nome de escola pública Paulino Rocha e vídeo que fala da inauguração do Castelão e a participação dele.
            Em 06 de abril de 1979, com apenas 46 anos, a vida levou Paulino Rocha vitima de um câncer pulmonar. Foi deputado estadual eleito em 1974, em 1978 apesar de ser reeleito com votação consagrado sendo o deputado mais votado pelo antigo MDB 1978, mas a pouca saúde o impediu de assumir. Conta-se que ele foi um dos maiores influenciadores da construção do Castelão e você ouviu no comentário acima, no dia da inauguração em 11 de novembro de 1973.
             No dia 09 de dezembro o ex-deputado estadual José Paulino de Aguiar Rocha recebeu in memoriam, o Título de Cidadão de Fortaleza. Ele nasceu em 08 de dezembro de 1933, na Serra da Meruoca. Sua esposa Valdenia de Sousa Rocha lhe deu três filhos. Ele é pai de Toinha Rocha.
            Aos 16 anos nos Diários Associados, Paulino Rocha iniciou sua carreira. Fez parte, além da verdinha, da rádio Dragão do Mar e Assunção. Enquanto comandava a equipe de TV e rádio do Grupo Edson Queiroz, foi também funcionário público no Departamento Autônomo de Rodagem (DAER).
            Em trecho do livro Rádio e política: do microfone ao palanque: os radialistas políticos... de Marcial Vidal Nunes. Temos aqui a lembrança de quem Gomes Farias recebeu o legado esportivo e político. Diz-se que existia um trabalho rígido do que era tudo escrito, ante de falado. E Paulino Rocha ao lado de Peter Soares tentava dar um ar mais descontraído com brincadeiras em meio às notícias.
           
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço
           
           
Fonte:
           










           
           















quinta-feira, 27 de julho de 2017

O Literato: episódio 5: Linguarudos




                
            Bom dia, Boa tarde, Boa Noite, meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza, com mais uma edição do podcast, O Literato, com resenhas de livros, comentários sobre filmes e séries baseados em literatura escrita, além de entrevistas, de memórias culturais e histórias de músicas e poesias que marcaram todas as épocas.
            No 5° podcast, vamos falar sobre o livro: Linguarudos, uma coletânea de textos meus reunidos em anos de escrita na internet.


            Vou usar aqui o prefácio do livro: Sete anos contribuindo com a sociedade na rede

            Em 2009 eu já estava escrevendo no terceiro blog. Tinha estado escrevendo antes no blog que a UOL disponibilizava e antes um que a Globo.com também nos permitia escrever.  Depois veio a possibilidade de escrever na plataforma Blogger e exercitar minha veia literária e jornalística já que na época estava cursando  Jornalismo na Fanor.
            Foi um tempo de descobertas de áudio com os podcasts, de vídeos com o Youtube e outros canais que surgiam quase sempre na rede mundial de computadores.
            Antes mesmo de digitar mesmos textos online eu escrevia em uma pequena agenda meus pensamentos sobre o mundo que me cercava e alguns sentimentos íntimos que acabei por compartilhar no Wordpress que será também base para um livro futuro sobre minha biografia básica.
            Aqui nessa obra você verá um pouco do que penso sobre os principais acontecimentos políticos, esportivos, artísticos e culturais. Não quero aqui ser o senhor da verdade, mas apenas colocar que eu tenho uma expressão e que gosto que as pessoas saibam minha visão sobre algo em particular, ou algo geral.

            Muitas vezes minha vida correu para caminhos diferentes de que eu imaginava, mas nunca deixei de ler bastante e de escrever intensamente.
            Ironicamente meu sonho de escrever um livro veio com a internet e com o portal Clube de Autores, quando ano passado , depois de 12 anos, o meu o primeiro livro um romance chamado Caminhos Marginais surgiu e está a disposição como esse exemplar para compra em pdf ou mesmo a versão impressa.
            O titulo “Linguarudos” veio de uma escolha que fiz entre vários outros nomes e por isso achei adequado pensar bastante sobre ele.  O que quis remeter com essa escolha é que a gente só consegue melhorar o nosso país ou nossas instituições e a sociedade como um todo com nossa participação em vários momentos sejas nas manifestações das ruas, seja na escola, nos bairros pobres, etc.
            Tem os contos como minhas criações literárias, as crônicas como construção de um pensamento sobre determinado momento político do futebol.
            As poesias que marcaram momentos de dor, de reflexão e foi expressão realmente de inspiração.
            A parte maior deste livro é a segunda parte onde contem as opiniões, onde me posiciono sobre vários temas.
            Na última parte tem as reportagens e vivencia da minha época de estudante de Jornalismo, como também uma entrevista que realizei com um vereador representante do bairro Vila União e que foi publicado em jornal com mesmo nome. E no fim as resenhas de filmes e livros.
            Você pode até discordar ou não gostar, mas pelo menos veja que o que foi escrito foi baseado sempre em experiências minhas que me colocaram na defesa de um lado da sociedade.
            Formei-me em Jornalismo e durante a graduação fui abrindo os olhos para ver como nossa profissão é desvalorizada e como os jornalistas são servos de uma mídia cada vez mais conivente com políticos de direitas e duros com os governos progressistas.
            Não desisti de ser jornalista, mas gosto mais de escrever assim para blogs e para livros colocando o que eu penso e o que estudo e entendo sem ser pautado por um editor qualquer que queira mandar no nosso olhar. Viva sempre a liberdade!
Carlinhos Alves

            O autor, Carlinhos Alves, sou eu, nasci em Fortaleza, no Ceará, em 27 de julho de 1979. Formei-me em Jornalismo na Fanor em 2015, sou escritor desde cedo. Sempre gostei muito de escrever. Antes escrevia em meu caderno e me comunicava por cartas com as pessoas que eu mais gostava como meu irmão Neto Alves e algumas paqueras. Em 2003 em 13 dias escrevi o livro Caminhos Marginais em um caderno que ainda guardo, mas somente 13 anos depois a ideia saiu do papel e virou livro.
            Tive atuação política de esquerda, mas nunca fui adiante, acabei deixando a participação política, mas hoje ainda debato bastante na internet, sobre os acontecimentos que nos cercam.
            Criei há poucos meses o podcast: FutCearaCast que semanalmente trás um pouco da história do futebol cearense, áudio e texto.
            Vou ler uma poesia para vocês:
                                               03/04/2012:      
                                   (Iludido por te querer)
           
                        Esqueci-te, sem te esquecer
                                   Perdi-te sem te ter
                        Amei-te em um gozo de prazer
Consciente da distância entre nós dois eu me alegrei ao te conhecer.

Cada dia que passo te admiro mais
Olho-te mais, te quero mais
Noutro dia você era apenas alguém que passava
Num lapso de tempo você se tornou a brilhante luz cortante nos céus

Um bobo perdido eu fiquei, o frio de antes ficou para trás, o carinho encheu meu coração de paz, certeza de que o cansaço não mais pode vencer o amor que você me dar.

                        Vou deixar abaixo deste texto, links, para você poder comprar o livro, ou baixar grátis.
            Agradecimentos a toda audiência deste podcast. Edição e narração Carlinhos Alves, na busca por desbravar o mundo imaginário, às vezes real e duro e às vezes poético e belo, abraço e até uma próxima vez.

Links:

          

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Livro: Caminhos Marginais capitulo 4 em áudio



Pensando em pessoas com deficiência visual, ou que querem mesmo ouvir o livro na voz de Raquel, enquanto malha, faz viagens extensas, a equipe que cuida da imagem do Romance Caminhos Marginais teve essa ideia de trazer para você essa versão para escutar.


Abaixo segue os links para você comprar a versão PDF ou impressa e ler com tranquilidade a obra completa: Versão impressa Amazon: https://www.amazon.es/dp/1520526571

 Versão PDF Amazon Kindle: https://www.amazon.com.br/dp/B01N29XMTK
 Versão impressa em inglês Amazon: https://www.amazon.com/dp/1521748195

Versão PDF em inglês Amazon: https://www.amazon.com.br/dp/B073P9C5KV

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Elói, meia armador, campeão mundial de clubes pelo Porto e com passagens no Fortaleza e Ceará


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
Sabe quando a gente vai ao estádio e sai de lá encantado? São cenas incríveis numa época que não tinha ainda a febre das redes sociais. Essa era minha adolescência, essa era a década de 90, tempos de casa cheia, grandes clássicos e um futebol de encher os olhos dentro de campo. Entre esses craques um deles era gênio, o meia armador Francisco Chagas Eloi.
       Com passagens marcantes em Fortaleza e Ceará, o jogador e hoje técnico, nasceu em Andradina (SP) e iniciou profissionalmente pelo Juventus, depois passou pela Portuguesa, Inter de Limeira, Santos, Cruzeiro, America (RJ), Vasco da Gama (RJ), onde jogou ao lado de Roberto Dinamite, Genoa e Botafogo.
            Mas foi no Porto, que o jogador brasileiro teve suas maiores conquistas. A principal foi a Liga dos Campeões de 1986-1987, quando venceu na primeira fase, o Rabat Ajax, duas vezes 1 x 0 e 9 x 0. Nesse primeiro jogo Eloi fez um dos gols da goleada lusitana. Nesse jogo também tem gol de Celso Gavião, brasileiro, também com passagens no futebol cearense.

            Nessa segunda fase, o Porto perdeu para o Viena por 1 x 0 e depois venceu por 3 x 0. Nas quartas de finais, o Porto de Eloi venceu por 1 x 0 e empatou 1 x 1 com o Brondby. Nas semifinais venceu o Dinamo de Kiev duas vezes pelo mesmo placar de 2 x 1.
            Na grande final diante de 62 mil pessoas o Porto foi campeão vencendo o Bayer de Munique, por 2 x 1. Elói não estava nesse jogo, o jogador havia rescindido com o clube português antes do grande jogo decisivo, mas deixou sua marca em 28 jogos e 12 gols. Ele se arrepende até hoje de ter vindo embora antes, porque o salário estava atrasado.
            Em um grande jogo em estádio lotado, em Chaves a equipe local perdeu por 2 x 0 com destaque para Elói.
           
            Elói também fez o gol no jogo do título do Campeonato Português contra o Covilhã (1985-1986).
            Terceiro tempo: entrevista com Milton Neves: http://terceirotempo.bol.uol.com.br/que-fim-levou/eloi-3152
            Em 1993, quando Elói desembarcou para jogar por aqui em terras alencarinas, ele foi destaque tanto em derrotas como vitórias. Fez o gol de honra, na derrota de 3 x 1 diante do Ceará, no Campeonato Brasileiro deste ano. Um dos grande jogos do craque temos , o clássico entre Fortaleza e Ferroviário, 5 x 4, para o leão e quatro gols importante de Elói.
            
            Em 1994, Elói veio para o Ceará e sem saber faria parte de um dos melhores times da história alvinegra chegando a final da Copa do Brasil, contra o Grêmio de Felipão e perdendo por 1 x 0, com aquele pênalti polêmico que Godoy não marcou em cima de Sérgio Alves.
            Em 1994 fez parte do grande time do Ceará que foi vice campeão da Copa do Brasil, perdendo só na final para o Grêmio de Felipão, num placar mínimo e num penalty polemico em cima de Sérgio Alves não marcado por Godoy.
            Elói fez alguns gols pelo Ceará como no empate em 2 x 2 com o Guarani de Juazeiro, vitória de 2 x 0 sobre o Itapipoca, vitória de 2 x 0 sobre o Tiradentes. Todos pelo Campeonato Cearense de 1994.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço
           
           
Fonte:

            Terceiro Tempo: http://terceirotempo.bol.uol.com.br/que-fim-levou/eloi-3152